“Desejos pessoais dele (Mendanha) sobrepõem os do partido, está claro”
Redação DM
Publicado em 20 de setembro de 2021 às 14:18 | Atualizado há 2 anos
Mendanha diz que só lhe resta deixar o MDB

O prefeito de Aparecida de Goiânia afirmou que, diante da decisão do diretório estadual do MDB, ouvirá aliados para tomar uma decisão, esta semana, sobre seu futuro político-partidário e que tudo indica vai se desfiliar do partido. Ele adianta que não tem ambiente político para apoiar a reeleição do governador Ronaldo Caiado (DEM).
Ao comentar a reunião do MDB que consolidou o apoio do partido à reeleição do governador Ronaldo Caiado (MDB), o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha, diz que “dificilmente” terá outra opção a não ser deixar o partido. Ele assume ter disposição para disputar o Palácio das Esmeraldas. “Mas não posso ser candidato de mim mesmo”, completa.
Após ser questionado se, diante desta divergência de interesses, ele tem outra alternativa a não ser buscar outro partido, sua resposta foi a seguinte: “Acho que não. Acho que dificilmente eu terei outra opção. A opção é de fato desfiliar, buscar alternativa com outros companheiros, buscar construir um projeto de alternância e dar oportunidade para as pessoas fazerem comparações e escolher o próximo governador”, afirma.
O prefeito de Aparecida também foi perguntado sobre sua pré-candidatura a governador. “Ninguém é candidato de si próprio. Tenho disposição total, mas não posso ser candidato de mim mesmo. Mais do que meu nome, meu interesse é construir um projeto. Tenho disposição para ser soldado, disposição para apoiar outro nome. Eu poderia, por exemplo, apoiar o Lissauer (Vieira, do PSB) para governador”, responde, citando o presidente da Assembleia Legislativa, um dos insatisfeitos com a aliança do lado governista.
“Infelizmente a direção do MDB não realizou um processo amplo democrático, que era aquilo que eu pedia. Não realizou os encontros regionais para conhecer as teses, os contraditórios, para cada um apresentar suas convicções. Os mandatários são importantes, respeito muito os mandatários, mas é uma decisão que deveria ser tomada ouvindo os mandatários e aqueles que não têm mandato”, critica.

O presidente da Federação Goiana de Municípios (FGM), Haroldo Naves, que é prefeito de Campos Verdes pelo MDB, destacou o apoio à aliança com o DEM por parte dos prefeitos. “O governador Ronaldo Caiado está fazendo uma gestão municipalista e com a somatória de forças com Daniel, enxergo a possibilidade do melhor governo da história de Goiás”.
Segundo ele, o MDB, que tem como presidente estadual o ex-deputado Daniel Vilela, tem um papel importante para a consolidação da vitória de Caiado nas eleições de 2022. Com 160 diretórios organizados e mais 44 em formação, o partido detém o posto de maior do Estado.
Nas últimas eleições, o MDB obteve quase 770 mil votos e em segundo lugar o Democratas (DEM), com 471 mil votos. Daniel Vilela, segundo a última pesquisa realizada pelo Instituto Fortiori, já se colocava em 2º lugar na disputa para o Governo de Goiás e a aliança com Ronaldo Caiado (DEM), atual Governador e primeiro colocado nas pesquisas, pode significar uma reeleição já no primeiro turno.
Com imensa maioria, a aliança com Caiado foi aceita pelos diretórios municipais do MDB, lembra Haroldo Naves. “Os insatisfeitos já demonstraram até uma trégua, visto que em âmbito nacional, a união foi reconhecida”. Na quarta- -feira (15), o presidente nacional do MDB, o deputado federal Baleia Rossi, compareceu no Encontro Municipalista Goiano, promovido pelo senador Luiz do Carmo e enfatizou o apoio, reconhecendo a força dos candidatos. Também estiveram presentes o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM) e o governador Ronaldo Caiado (DEM).
Haroldo Naves liderou o movimento dos prefeitos do MDB (27 dos 28 gestores municipais) a divulgar carta em apoio à aliança com o DEM, tendo o governador Ronaldo Caiado como candidato à reeleição e Daniel Vilela como vice. “Caiado governa bem, dialoga e faz parcerias com os prefeitos. Por isso, é natural que o MDB apoie o governador e rejeite candidatura própria”.
Mendanha diz que só lhe resta deixar o MDB

O prefeito de Aparecida de Goiânia afirmou que, diante da decisão do diretório estadual do MDB, ouvirá aliados para tomar uma decisão, esta semana, sobre seu futuro político-partidário e que tudo indica vai se desfiliar do partido. Ele adianta que não tem ambiente político para apoiar a reeleição do governador Ronaldo Caiado (DEM).
Ao comentar a reunião do MDB que consolidou o apoio do partido à reeleição do governador Ronaldo Caiado (MDB), o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha, diz que “dificilmente” terá outra opção a não ser deixar o partido. Ele assume ter disposição para disputar o Palácio das Esmeraldas. “Mas não posso ser candidato de mim mesmo”, completa.
Após ser questionado se, diante desta divergência de interesses, ele tem outra alternativa a não ser buscar outro partido, sua resposta foi a seguinte: “Acho que não. Acho que dificilmente eu terei outra opção. A opção é de fato desfiliar, buscar alternativa com outros companheiros, buscar construir um projeto de alternância e dar oportunidade para as pessoas fazerem comparações e escolher o próximo governador”, afirma.
O prefeito de Aparecida também foi perguntado sobre sua pré-candidatura a governador. “Ninguém é candidato de si próprio. Tenho disposição total, mas não posso ser candidato de mim mesmo. Mais do que meu nome, meu interesse é construir um projeto. Tenho disposição para ser soldado, disposição para apoiar outro nome. Eu poderia, por exemplo, apoiar o Lissauer (Vieira, do PSB) para governador”, responde, citando o presidente da Assembleia Legislativa, um dos insatisfeitos com a aliança do lado governista.
“Infelizmente a direção do MDB não realizou um processo amplo democrático, que era aquilo que eu pedia. Não realizou os encontros regionais para conhecer as teses, os contraditórios, para cada um apresentar suas convicções. Os mandatários são importantes, respeito muito os mandatários, mas é uma decisão que deveria ser tomada ouvindo os mandatários e aqueles que não têm mandato”, critica.
Naves: aliança MDB/DEM pode consolidar vitória de Caiado

O presidente da Federação Goiana de Municípios (FGM), Haroldo Naves, que é prefeito de Campos Verdes pelo MDB, destacou o apoio à aliança com o DEM por parte dos prefeitos. “O governador Ronaldo Caiado está fazendo uma gestão municipalista e com a somatória de forças com Daniel, enxergo a possibilidade do melhor governo da história de Goiás”.
Segundo ele, o MDB, que tem como presidente estadual o ex-deputado Daniel Vilela, tem um papel importante para a consolidação da vitória de Caiado nas eleições de 2022. Com 160 diretórios organizados e mais 44 em formação, o partido detém o posto de maior do Estado.
Nas últimas eleições, o MDB obteve quase 770 mil votos e em segundo lugar o Democratas (DEM), com 471 mil votos. Daniel Vilela, segundo a última pesquisa realizada pelo Instituto Fortiori, já se colocava em 2º lugar na disputa para o Governo de Goiás e a aliança com Ronaldo Caiado (DEM), atual Governador e primeiro colocado nas pesquisas, pode significar uma reeleição já no primeiro turno.
Com imensa maioria, a aliança com Caiado foi aceita pelos diretórios municipais do MDB, lembra Haroldo Naves. “Os insatisfeitos já demonstraram até uma trégua, visto que em âmbito nacional, a união foi reconhecida”. Na quarta- -feira (15), o presidente nacional do MDB, o deputado federal Baleia Rossi, compareceu no Encontro Municipalista Goiano, promovido pelo senador Luiz do Carmo e enfatizou o apoio, reconhecendo a força dos candidatos. Também estiveram presentes o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM) e o governador Ronaldo Caiado (DEM).
Haroldo Naves liderou o movimento dos prefeitos do MDB (27 dos 28 gestores municipais) a divulgar carta em apoio à aliança com o DEM, tendo o governador Ronaldo Caiado como candidato à reeleição e Daniel Vilela como vice. “Caiado governa bem, dialoga e faz parcerias com os prefeitos. Por isso, é natural que o MDB apoie o governador e rejeite candidatura própria”.
Mendanha diz que só lhe resta deixar o MDB

O prefeito de Aparecida de Goiânia afirmou que, diante da decisão do diretório estadual do MDB, ouvirá aliados para tomar uma decisão, esta semana, sobre seu futuro político-partidário e que tudo indica vai se desfiliar do partido. Ele adianta que não tem ambiente político para apoiar a reeleição do governador Ronaldo Caiado (DEM).
Ao comentar a reunião do MDB que consolidou o apoio do partido à reeleição do governador Ronaldo Caiado (MDB), o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha, diz que “dificilmente” terá outra opção a não ser deixar o partido. Ele assume ter disposição para disputar o Palácio das Esmeraldas. “Mas não posso ser candidato de mim mesmo”, completa.
Após ser questionado se, diante desta divergência de interesses, ele tem outra alternativa a não ser buscar outro partido, sua resposta foi a seguinte: “Acho que não. Acho que dificilmente eu terei outra opção. A opção é de fato desfiliar, buscar alternativa com outros companheiros, buscar construir um projeto de alternância e dar oportunidade para as pessoas fazerem comparações e escolher o próximo governador”, afirma.
O prefeito de Aparecida também foi perguntado sobre sua pré-candidatura a governador. “Ninguém é candidato de si próprio. Tenho disposição total, mas não posso ser candidato de mim mesmo. Mais do que meu nome, meu interesse é construir um projeto. Tenho disposição para ser soldado, disposição para apoiar outro nome. Eu poderia, por exemplo, apoiar o Lissauer (Vieira, do PSB) para governador”, responde, citando o presidente da Assembleia Legislativa, um dos insatisfeitos com a aliança do lado governista.
“Infelizmente a direção do MDB não realizou um processo amplo democrático, que era aquilo que eu pedia. Não realizou os encontros regionais para conhecer as teses, os contraditórios, para cada um apresentar suas convicções. Os mandatários são importantes, respeito muito os mandatários, mas é uma decisão que deveria ser tomada ouvindo os mandatários e aqueles que não têm mandato”, critica.
O presidente estadual do MDB, Daniel Vilela, afirmou que lamentou a decisão do prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha que, ao não acatar o resultado da consulta que optou pela aliança com o DEM, anuncia desfiliação do partido. “Fica claramente demonstrado que os seus desejos pessoais estão sobrepondo os do partido, que deu todas as oportunidades a ele”.
O MDB, por maioria, vai firmar acordo com o DEM e apoiar a reeleição do governador Ronaldo Caiado, indicando Daniel Vilela como candidato a vice-governador. O ato de formalização da aliança vai ocorrer nos próximos dias, na sede do diretório estadual, na presença de Ronaldo Caiado. O presidente rebate a afirmação de Mendanha de que a consulta do partido não foi democrática e representativa: “Essa consulta só foi feita por solicitação dele, da forma como ele pediu. Na minha visão, isso é justificativa de quem quer buscar um projeto pessoal”.
Daniel sustenta que a decisão pela aliança com o governador Ronaldo Caiado foi tomada pelo desejo da maioria – 146 dos 160 diretórios do MDB: “Foi uma decisão robusta e eu entendo que compete a quem foi voto vencido entender esse desejo do partido e seguir dentro de uma unidade”.
Daniel Vilela espera que o anúncio da saída de Gustavo Mendanha do MDB, marcado para a semana que vem, seja apenas algo decidido de cabeça quente: “E que ele possa refletir com mais tranquilidade e humildade e continuar junto com o partido”.
O dirigente ressalta que, na política, é preciso ter serenidade: “Entendo que estamos construindo unidade com alguém decente, que acabou com a corrupção no Estado. Diferentemente de Marconi Perillo, que sempre foi nosso adversário e que, pelo que escutamos nos bastidores, é um grande entusiasta da candidatura do Gustavo”, disse Daniel ao jornal O Popular.
Daniel se nega a acreditar que o ex-governador Marconi Perillo esteja por trás da articulação pela candidatura de Gustavo Mendanha ao Palácio das Esmeraldas. “O MDB sempre esteve em lados opostos aos governos do PSDB de Marconi Perillo e de José Eliton. O partido sempre teve visão e projetos de gestão diferente deles. Não seria agora que iríamos nos unir a eles”.
Sem exigências
Daniel Vilela apontou que apesar das declarações positivas das lideranças do MDB e da avançada tratativas para a aliança com o DEM, o partido só vai “bater o martelo” nas convenções, no ano que vem. Contudo, Daniel Vilela reitera que “o MDB tem bons quadros”‘ e que se “o governador quiser aproveitar (na aliança) é natural”. “Nós não estamos fazendo nenhum tipo de exigência, porque entendemos que isso é algo natural que tem que acontecer em projeto de uma aliança “, afirmou.
Naves: aliança MDB/DEM pode consolidar vitória de Caiado

O presidente da Federação Goiana de Municípios (FGM), Haroldo Naves, que é prefeito de Campos Verdes pelo MDB, destacou o apoio à aliança com o DEM por parte dos prefeitos. “O governador Ronaldo Caiado está fazendo uma gestão municipalista e com a somatória de forças com Daniel, enxergo a possibilidade do melhor governo da história de Goiás”.
Segundo ele, o MDB, que tem como presidente estadual o ex-deputado Daniel Vilela, tem um papel importante para a consolidação da vitória de Caiado nas eleições de 2022. Com 160 diretórios organizados e mais 44 em formação, o partido detém o posto de maior do Estado.
Nas últimas eleições, o MDB obteve quase 770 mil votos e em segundo lugar o Democratas (DEM), com 471 mil votos. Daniel Vilela, segundo a última pesquisa realizada pelo Instituto Fortiori, já se colocava em 2º lugar na disputa para o Governo de Goiás e a aliança com Ronaldo Caiado (DEM), atual Governador e primeiro colocado nas pesquisas, pode significar uma reeleição já no primeiro turno.
Com imensa maioria, a aliança com Caiado foi aceita pelos diretórios municipais do MDB, lembra Haroldo Naves. “Os insatisfeitos já demonstraram até uma trégua, visto que em âmbito nacional, a união foi reconhecida”. Na quarta- -feira (15), o presidente nacional do MDB, o deputado federal Baleia Rossi, compareceu no Encontro Municipalista Goiano, promovido pelo senador Luiz do Carmo e enfatizou o apoio, reconhecendo a força dos candidatos. Também estiveram presentes o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM) e o governador Ronaldo Caiado (DEM).
Haroldo Naves liderou o movimento dos prefeitos do MDB (27 dos 28 gestores municipais) a divulgar carta em apoio à aliança com o DEM, tendo o governador Ronaldo Caiado como candidato à reeleição e Daniel Vilela como vice. “Caiado governa bem, dialoga e faz parcerias com os prefeitos. Por isso, é natural que o MDB apoie o governador e rejeite candidatura própria”.
Mendanha diz que só lhe resta deixar o MDB

O prefeito de Aparecida de Goiânia afirmou que, diante da decisão do diretório estadual do MDB, ouvirá aliados para tomar uma decisão, esta semana, sobre seu futuro político-partidário e que tudo indica vai se desfiliar do partido. Ele adianta que não tem ambiente político para apoiar a reeleição do governador Ronaldo Caiado (DEM).
Ao comentar a reunião do MDB que consolidou o apoio do partido à reeleição do governador Ronaldo Caiado (MDB), o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha, diz que “dificilmente” terá outra opção a não ser deixar o partido. Ele assume ter disposição para disputar o Palácio das Esmeraldas. “Mas não posso ser candidato de mim mesmo”, completa.
Após ser questionado se, diante desta divergência de interesses, ele tem outra alternativa a não ser buscar outro partido, sua resposta foi a seguinte: “Acho que não. Acho que dificilmente eu terei outra opção. A opção é de fato desfiliar, buscar alternativa com outros companheiros, buscar construir um projeto de alternância e dar oportunidade para as pessoas fazerem comparações e escolher o próximo governador”, afirma.
O prefeito de Aparecida também foi perguntado sobre sua pré-candidatura a governador. “Ninguém é candidato de si próprio. Tenho disposição total, mas não posso ser candidato de mim mesmo. Mais do que meu nome, meu interesse é construir um projeto. Tenho disposição para ser soldado, disposição para apoiar outro nome. Eu poderia, por exemplo, apoiar o Lissauer (Vieira, do PSB) para governador”, responde, citando o presidente da Assembleia Legislativa, um dos insatisfeitos com a aliança do lado governista.
“Infelizmente a direção do MDB não realizou um processo amplo democrático, que era aquilo que eu pedia. Não realizou os encontros regionais para conhecer as teses, os contraditórios, para cada um apresentar suas convicções. Os mandatários são importantes, respeito muito os mandatários, mas é uma decisão que deveria ser tomada ouvindo os mandatários e aqueles que não têm mandato”, critica.