“É desmamando corrupto que sobra dinheiro para o social”
Redação DM
Publicado em 13 de dezembro de 2021 às 13:35 | Atualizado há 5 anos
O governador Ronaldo Caiado afirmou que é “desmamando os corruptos”, que roubaram o Estado durante 20 anos, que se tem dinheiro para atender o povo mais humilde, a população mais carente, investir no social. “Tenho só dois anos e onze meses de governo. É difícil tirar esses ‘mandruvazão’ do governo. É só desmamar os corruptos que o dinheiro chega.”
Caiado lembrou ter recebido o governo, em janeiro de 2019, em estado “caótico”, do ponto de vista fiscal e financeiro. “Recebemos o estado em terra arrasada, dívidas e mais dívidas. Fizemos o dever de casa e equilibramos as finanças e estamos investindo em todas as áreas da administração”.
O governador lamentou a ausência da prefeitura no Mutirão Iris Rezende em Aparecida de Goiânia. “Acho que não cabe aqui cunho político, mas o atendimento à população. Minha visão de governo é atender as pessoas, estar junto, ouvir, superar as dificuldades”, frisou. E reforçou que a presença do Estado no município dá continuidade a um legado de Iris Rezende, idealizador do projeto.
Vice
Ronaldo Caiado rebateu aliados que defenderam Ana Paula Rezende Craveiro, filha de Iris Rezende, para a vaga de vice na chapa do democrata, em vez do nome já anunciado do presidente estadual do MDB, Daniel Vilela. “Ela mesma já encerrou o assunto. Assunto encerrado. Ela falou com clareza, definiu bem o ponto dela”, afirmou Caiado, em entrevista coletiva, em Aparecida de Goiânia, sábado (11).
Em entrevista ao jornal O Popular, Ana Paula disse não ser sua intenção entrar na vida política, candidatando-se a cargo eletivo. “Eu que estou fazendo é preservar o legado político do meu pai, que teve intensa atividade na vida pública, sempre trabalhando em benefício do povo, principalmente os mais humildes.
Bolsonaro
Sobre o lançamento da candidatura do deputado federal Vitor Hugo (PSL) à sucessão estadual em Goiás, Caiado reconheceu que as eleições de 2022 estão antecipadas. “Eu já tenho muita experiência política, já tenho idade suficiente para entender que este processo não se antecipa. Agora, ele (o presidente) indicar uma candidatura é mais que direito dele”, afirmou.
O governador não quis confirmar a defesa que tem feito internamente no futuro partido União Brasil (resultado da fusão do PSL com o DEM) de apoio à candidatura presidencial do ex-juiz e ex-ministro Sérgio Moro (Podemos). “Calma, calma, calma. Vamos governar Goiás.”