Política

Fabrício Rosa defende desmilitarização da polícia

Redação DM

Publicado em 24 de agosto de 2018 às 04:56 | Atualizado há 8 anos

Uma das principais pautas das eleições 2018 é a seguran­ça pública. Dessa forma, no 12º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública debateu­-se a atuação dos profissionais da polícia e da justiça criminal que estão na disputa do pleito eleitoral. O policial rodoviário fe­deral, oficial da reserva da Polí­cia Militar de Goiás e candidato ao Senado, Fabrício Rosa (PSol– foto), compôs a mesa “Os pro­fissionais da polícia e da justiça criminal devem concorrer nas eleições para o legislativo?”. Na discussão, salientou a responsa­bilidade dos agentes na discus­são de Segurança Pública com a sociedade civil, “acredito e ve­nho de uma luta por segurança pública verdadeiramente cidadã e democrática, com participação popular, e, é isso que eu quero enquanto policial”, afirma Rosa.

Com a temática “Elegendo a Segurança Pública que Quere­mos”, o evento mais importante na discussão de segurança públi­ca no Brasil aconteceu dentre os dias 20 a 22 de agosto, na Univer­sidade Nacional de Brasília (UnB). O debate girou em torno de pro­postas para redução da violência no Brasil e o enfrentamento da criminalidade e da insegurança.

No encontro discutiu-se a te­mática sobre os modelos milita­rizados da polícia e suas conse­quências, tanto para os agentes que atuam como trabalhadores da segurança, quanto para a so­ciedade civil. Fabrício Rosa des­tacou a desaprovação do mili­tarismo por 80% dos policiais: “reivindico, enquanto policial da reserva da PM, e PRF, a des­militarização. Os policiais do nosso país também são a favor, a própria pesquisa com mais de 20 mil policiais, realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública aponta isso. Nós preci­samos dizer isso para a socieda­de. Desmilitarizar significa ga­rantir direitos”, afirmou ele.

A décima segunda edição do encontro reuniu pesquisadores, agentes da segurança pública, coletivos da sociedade civil, en­tidades e estudiosos de todo o Brasil para pensar novos mo­delos para a segurança pública e propostas de enfrentamento para os problemas urgentes da violência do País.

 

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