Política

Flávio fala em guerra espiritual e Messias cita Lula ao dizer que Marcha para Jesus não é comício

Redação

Publicado em 4 de junho de 2026 às 19:14 | Atualizado há 2 horas

Governador Tarcísio de Freitas, senador Flávio Bolsonaro e prefeito Ricardo Nunes na Marcha para Jesus | Foto: Reprodução
Governador Tarcísio de Freitas, senador Flávio Bolsonaro e prefeito Ricardo Nunes na Marcha para Jesus | Foto: Reprodução

O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que o mal vai ser expulso do governo do Brasil e que o país vive uma guerra espiritual. A declaração foi feita na Marcha para Jesus, evento evangélico que acontece em São Paulo nesta quinta-feira (04/06) de Corpus Christi.

“Vamos orar pelo nosso Brasil, essa guerra é espiritual. Maior resposta que podemos dar ao mal que vai ser expulso do governo do Brasil esse ano”, afirmou. “Não estou aqui como candidato, estou aqui como cristão”, havia dito pouco antes.

O advogado-geral da União, Jorge Messias, citou o presidente Lula (PT) para dizer que a ocasião não era de palanque. “O presidente Lula me enviou aqui, ele me pediu algumas coisas: me pediu pra levar o amor, a palavra de amor e de comunhão, e disse que aqui não é lugar pra comício”, declarou.

O Monitor do Debate Político da USP/Cebrap e a ONG More in Common estimaram a presença de 33,8 mil pessoas na marcha, em seu horário de pico por volta das 10h20 da manhã. A margem de erro é de 12%.

Flávio esteve no trio elétrico principal do evento com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito Ricardo Nunes (MDB), o ministro do STF André Mendonça, o advogado-geral da União Jorge Messias e outros políticos.

Ao público, o apóstolo Estevam Hernandes descreveu Tarcísio e Nunes como o governador e o prefeito da marcha. “São servos de Deus”, disse ao chamá-los para uma fotografia conjunta, após breve discurso.


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