Política

Iris diz que não faz campanha apócrifa

Redação DM

Publicado em 15 de outubro de 2016 às 12:41 | Atualizado há 10 anos

O vice-prefeito Agenor Mariano, que apoia a candidatura de Iris Rezende, afirmou na sexta-feira, 14, que a campanha do PMDB não distribui material apócrifo, pois tem CNPJ e origem.

“É um panfleto informativo. Não existe calúnia, maledicência, nem ofensa. Afinal, por que Vanderlan se sente ofendido ao mostrarmos  que é aliado do governador Marconi Perillo?”.

Na sexta-feira, 14, a Justiça autorizou mandado de busca e apreensão no diretório do PMDB, comitês e residências de pessoas envolvidas na campanha.

Uma gráfica localizada no Jardim Guanabara também recebeu as forças policiais, que buscam material criminoso e ilegal que possa repercutir negativamente na campanha do adversário de Iris.

A Justiça Eleitoral determinou multa de R$ 1,150 milhão pelo reiterado desrespeito a liminares concedidas e determinando a perda do dobro do tempo equivalente às veiculações de propagandas ofensivas ao candidato da coligação “Uma Nova Goiânia”.

A juíza Rozana Fernandes Camapum, da 147ª Zona Eleitoral, diz que “Iris e sua Coligação age de má-fé continua a divulgar as pílulas/inserções” já proibidas pela Justiça.

Para a magistrada, ocorreu descumprimento de decisões. “As decisões judiciais foram reiteradamente descumpridas, uma a uma, não se importando os representados com a fixação da multa diária e decisão quanto a obrigação de não fazer. A lei veda a divulgação de qualquer propaganda sem a respectiva identificação, de forma que esta conduta é vedada e deve ser punida, principalmente, quando há recusa e afronta as decisões judiciais”, disse Rosana Camapum em sua sentença.

 

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