Lideranças empresariais goianas se posicionam pró-Bolsonaro
Redação DM
Publicado em 17 de outubro de 2022 às 15:12 | Atualizado há 4 anosO Fórum das Entidades Empresariais de Goiás se manifestou a favor de Jair Bolsonaro (PL) numa mensagem dirigida ao público sobre o segundo turno das eleições presidenciais, previstas para o próximo dia 30. O Fórum é composto da Fieg, Fecomércio, Faeg, Facieg, Adial, FCDL, Acieg e Sistema OCB-Go. A SGPA e a ACGZ já haviam se manifestado a respeito, seguindo idêntica posição. Este universo representa 913.202 empresas, segundo a Juceg, tomando por base dados de 2021. Deputado federal José Mário Schreiner, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás), está na linha de frente da campanha pró-Bolsonaro.
A Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura, responsável pelas tradicionais exposições agropecuárias em Goiânia, inclusive, respondeu aos ataques ao segmento do agronegócio feitos pelo candidato do PT. O portal das lideranças agropecuaristas Marcha do Campo ao Brasil já apontou invasões de terras, mortes de animais, ocorridas nas últimas semanas em alguns estados, atribuindo essas ações ao estado de ânimo de apoiadores petistas.
Em Goiás, o resultado eleitoral foi favorável a Bolsonaro, que obteve 1.920.203 contra 1.454.723 dados a Lula.
Em Brasília, a senadora Kátia Abreu se manifestou favorável à candidatura Lula. É bom lembrar que ela foi presidente da CNA, entidade mater da agricultura e pecuária nacional. Kátia foi também ministra da Agricultura no governo de Dilma Roussef, embora criticada pelas lideranças do setor e descartada da Confederação Nacional de Agricultura.
Feitos do governo
O Fórum não faz alusão ao nome de Luiz Inácio Lula da Silva, mas enaltece as ações do atual governo federal em prol da agropecuária brasileira. Depois de assegurar o momento histórico do pleito para presidente da República, reafirma “compromisso com os princípios que norteiam a gestão atual, como responsabilidade fiscal, o crescimento sustentado da economia, a garantia da propriedade privada, os incentivos no comércio, à indústria e ao agronegócio”.
Segundo os autores do manifesto, “graças à política econômica dos últimos quatro anos, a inflação do Brasil é a menor do mundo, o Produto Interno Bruto (PIB) nacional cresce mais do que a China, o nível de emprego é o mais elevado em uma década, o País vive a prosperidade da livre iniciativa e o governo é parceiro de empresários e trabalhadores”. E conclui: “O Brasil está pronto para dar um salto de crescimento. Para isso, é imprescindível que as políticas públicas implantadas sejam levadas adiante”.