Marina pode ficar sem “palanque” em Goiás
Redação DM
Publicado em 30 de março de 2018 às 03:18 | Atualizado há 1 ano
Ela aparece em segundo lugar nas pesquisas de opinião público. Em uma simulação onde não é citado o nome do ex – presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva [PT], condenado em primeira instância pelo juiz federal de Direito de Curitiba [PR] Sérgio Moro e pelo TRF-4, de Porto Alegre, em segunda instância. O que o tornaria ‘ficha suja’. Trata-se da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, ex – senadora do PT e hoje coordenadora nacional da Rede. A sigla, alternativa, terá palanque em 17 Estados. Goiás não aparece na lista. Aguimar Jesuíno, coordenador estadual do partido, confirma. Aposentado na Advocacia Geral da União como procurador-federal, o operador do Direito admite que não concorrerá nem ao Palácio das Esmeraldas, muito menos ao Senado da República. O pleito ocorrerá em 7 de outubro de 2018.
ESTRUTURA FRÁGIL
A Rede não possui senador federal, deputado federal, deputado estadual ou vereador, em Goiânia. A estrutura nos 246 municípios do Estado de Goiás ainda é frágil. O tempo para a propaganda gratuita na televisão e no rádio é reduzido. Os recursos oriundos da divisão do bolo do Fundo Nacional Partidário são escassos. O dinheiro que virá do Fundo Para as Eleições de 2018 será mínimo. Apesar das dificuldades, a Rede Sustentabilidade elabora, hoje, uma chapa proporcional. Com pré-candidatos. Tanto ao Palácio Alfredo Nasser, a sede da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, quanto à Câmara dos Deputados, em Brasília, a Capital da República. Um acordo com o Democratas, de Ronaldo Caiado, da bancada ruralista e do agronegócio, está descartado. Uma aliança com PT e PC do B também. A tendência é com PSDB, diz o porta-voz.
