Mendanha é um dos prefeitos do interior do país a disputar governo
Redação DM
Publicado em 28 de fevereiro de 2022 às 13:44 | Atualizado há 4 anos
Ao menos 11 prefeitos eleitos em 2020 avaliam abrir mão de dois anos e nove meses de mandato até 2024 para tentar a sorte nas urnas e concorrer aos governos de seus respectivos estados nas eleições de outubro.
Para serem candidatos em outubro, eles devem renunciar ao cargo que ocupam até 2 de abril. A data, seis meses antes da eleição, é o limite para desincompatibilização por determinação da legislação eleitoral.
Dentre os que avaliam a renúncia estão prefeitos de seis capitais: Belo Horizonte, Maceió, Aracaju, Florianópolis, Cuiabá e Campo Grande. Também cogitam concorrer a governos estaduais prefeitos de cinco cidades de interior.
Na maior parte dos casos, a indefinição acerca de uma possível renúncia colocou em compasso de espera tanto aliados dos prefeitos quanto os adversários, que evitam definir suas chapas antes de ter clareza sobre o cenário eleitoral.
A definição mais aguardada é a do prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), cuja candidatura ao Governo de Minas Gerais teria potencial de mexer no xadrez da eleição nacional.
Em Goiás, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha, se articula para ser o candidato de oposição ao governador Ronaldo Caiado (União Brasil). Para isso, desfiliou-se do MDB, partido que vai indicar o vice de Caiado, e negocia uma possível filiação ao PL, Podemos ou Patriota.