Mendanha: “Muito pragmatismo e pouca identidade”, avaliam adversários políticos
Redação DM
Publicado em 23 de março de 2022 às 04:27 | Atualizado há 4 anos
Fio Direto
Sou eu e pronto
Em entrevista à Rádio Sagres, o deputado federal Major Vitor Hugo, que deve ser filiar ao PL ainda esta semana, disse que o presidente Jair Bolsonaro já decidiu pelo seu nome e que é ele o candidato bolsonarista em Goiás. “Eu estarei no lançamento da pré-candidatura do presidente e vou lançar minha pré-candidatura ao governo de Goiás ao lado dele”, declarou.
Desdenhou
Major Vitor Hugo desdenhou do encontro do prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (sem partido), com o presidente Jair Bolsonaro, fato ocorrido no último sábado (19/03). “Evento de 20 minutos, em pé”, lembrou, para diminuir a importância da reunião e reforçar que é ele, e não Mendanha, o candidato de Bolsonaro em Goiás.
Não confirma
Diferente do que afirmou o deputado Major Vitor Hugo em entrevista à Rádio Sagres, o senador Vanderlan Cardoso (PSD) disse que não tem nada definido quanto ao apoio à eventual candidatura do aliado do presidente ao governo de Goiás. Bolsonarista convicto, o pessedista afirma, no entanto, que tudo vai depender de Jair Bolsonaro. “Se o presidente pedir, vai ser difícil negar”, explicou.
Vai sozinho
A coluna ouviu um integrante do PSD goiano, que foi direto quanto à possibilidade do senador Vanderlan Cardoso apoiar o projeto de Major Vitor Hugo em Goiás. “Essa seria uma opção do Vanderlan, mas ele não leva o PSD nessa barca furada, vai ter que ir sozinho. O objetivo do PSD é viabilizar a candidatura de Henrique Meirelles ao Senado”.
Vila Vida
A presidente de honra da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais (GPS), primeira-dama Gracinha Caiado, e a diretora-geral da OVG, Adryanna Caiado, inauguraram nesta terça-feira (22/03), a reforma do Centro de Idosos Vila Vida, que funciona no Setor Coimbra, na capital.
Baixa
O secretário de Finanças da Prefeitura de Goiânia, Geraldo Lourenço, deixou o cargo na manhã de ontem, terça-feira (22/03). As informações são de que Lourenço teria pedido pra sair. Ele será substituído por Vinícius Henrique Pires Alves, indicado pelo CRC-GO.
CCJ Alego
Com a ida de Humberto Aidar para o Tribunal de Contas dos Municípios, o deputado Dr Antônio (União Brasil) assume definitivamente as Comissões de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) e Mista da Assembleia Legislativa de Goiás.
Escândalo no MEC pode derrubar ministro Milton Ribeiro
O jornal Folha de São Paulo divulgou áudio onde o ministro da Educação do governo Bolsonaro, Milton Ribeiro, afirma que o governo federal prioriza prefeituras cujos pedidos de liberação de verba foram negociados pelos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, que não têm cargo no governo e atuam em um esquema informal de obtenção de verbas do MEC. O teor da fala do ministro agitou o meio político nacional, e aliados e adversários de Jair Bolsonaro pedem a exoneração do ministro.
No áudio obtido pela Folha, o ministro afirma ainda que sua “prioridade é atender primeiro os municípios que mais precisam e, em segundo, atender a todos os que são amigos do pastor Gilmar”.
Linha cruzada
De Daniel Vilela, presidente do MDB goiano, sobre seu ex-aliado Gustavo Mendanha: “Não cabe a mim chamar ninguém de traidor, mas o fato é que ele chegou aonde chegou graças às oportunidades que o MDB deu a ele. Eu tive a minha participação nisso também e acho que ele não nega isso”.
Quando deixou o MDB, em setembro do ano passado, Gustavo Mendanha (sem partido) declarou que havia sido procurado por vários partidos, os quais buscavam sua filiação. O fato, porém, é que até hoje o ex-emedebista não encontrou uma legenda para sustentar o seu projeto de chegar ao Palácio das Esmeraldas. A situação tem preocupado aliados do prefeito de Aparecida de Goiânia, sobretudo porque essa indefinição prejudica a formação das chapas proporcionais e até mesmo o destino daqueles aliados que precisam definir legendas para caminhar junto com o pré-candidato. Gustavo Mendanha já esteve perto de se filiar ao PL de Magda Mofatto e Flávio Canedo, hoje uma legenda mais à direita, sobretudo porque abriga a pré-candidatura de Jair Bolsonaro à reeleição, já conversou com o Podemos e com o PSDB, partidos de centro-direita, e até mesmo com o PSB, ideologicamente de esquerda, e agora, com dificuldades de se filiar ao PL, foca sua atenção para o conservador Patriota. Esse pragmatismo todo do prefeito de Aparecida de Goiânia preocupa até os mais próximos. Segundo aliados e ex-aliados, quando o pré-candidato transita de um extremo ao outro, a mensagem que passa é que não se definiu ideologicamente e que lhe faltam projetos de governo. “Fica claro que o projeto político desse pré-candidato é de poder e não de governo. E isso o eleitor percebe muito claramente”, diz um ex-emedebista. Recentemente, em entrevista ao jornal O Popular, o presidente do MDB goiano, Daniel Vilela, disse que o seu ex-aliado tem tido um comportamento político raso e estaria sendo usado por políticos da oposição ao governador Ronaldo Caiado.
Fio Direto
Sou eu e pronto
Em entrevista à Rádio Sagres, o deputado federal Major Vitor Hugo, que deve ser filiar ao PL ainda esta semana, disse que o presidente Jair Bolsonaro já decidiu pelo seu nome e que é ele o candidato bolsonarista em Goiás. “Eu estarei no lançamento da pré-candidatura do presidente e vou lançar minha pré-candidatura ao governo de Goiás ao lado dele”, declarou.
Desdenhou
Major Vitor Hugo desdenhou do encontro do prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (sem partido), com o presidente Jair Bolsonaro, fato ocorrido no último sábado (19/03). “Evento de 20 minutos, em pé”, lembrou, para diminuir a importância da reunião e reforçar que é ele, e não Mendanha, o candidato de Bolsonaro em Goiás.
Não confirma
Diferente do que afirmou o deputado Major Vitor Hugo em entrevista à Rádio Sagres, o senador Vanderlan Cardoso (PSD) disse que não tem nada definido quanto ao apoio à eventual candidatura do aliado do presidente ao governo de Goiás. Bolsonarista convicto, o pessedista afirma, no entanto, que tudo vai depender de Jair Bolsonaro. “Se o presidente pedir, vai ser difícil negar”, explicou.
Vai sozinho
A coluna ouviu um integrante do PSD goiano, que foi direto quanto à possibilidade do senador Vanderlan Cardoso apoiar o projeto de Major Vitor Hugo em Goiás. “Essa seria uma opção do Vanderlan, mas ele não leva o PSD nessa barca furada, vai ter que ir sozinho. O objetivo do PSD é viabilizar a candidatura de Henrique Meirelles ao Senado”.
Vila Vida
A presidente de honra da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais (GPS), primeira-dama Gracinha Caiado, e a diretora-geral da OVG, Adryanna Caiado, inauguraram nesta terça-feira (22/03), a reforma do Centro de Idosos Vila Vida, que funciona no Setor Coimbra, na capital.
Baixa
O secretário de Finanças da Prefeitura de Goiânia, Geraldo Lourenço, deixou o cargo na manhã de ontem, terça-feira (22/03). As informações são de que Lourenço teria pedido pra sair. Ele será substituído por Vinícius Henrique Pires Alves, indicado pelo CRC-GO.
CCJ Alego
Com a ida de Humberto Aidar para o Tribunal de Contas dos Municípios, o deputado Dr Antônio (União Brasil) assume definitivamente as Comissões de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) e Mista da Assembleia Legislativa de Goiás.
Escândalo no MEC pode derrubar ministro Milton Ribeiro
O jornal Folha de São Paulo divulgou áudio onde o ministro da Educação do governo Bolsonaro, Milton Ribeiro, afirma que o governo federal prioriza prefeituras cujos pedidos de liberação de verba foram negociados pelos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, que não têm cargo no governo e atuam em um esquema informal de obtenção de verbas do MEC. O teor da fala do ministro agitou o meio político nacional, e aliados e adversários de Jair Bolsonaro pedem a exoneração do ministro.
No áudio obtido pela Folha, o ministro afirma ainda que sua “prioridade é atender primeiro os municípios que mais precisam e, em segundo, atender a todos os que são amigos do pastor Gilmar”.
Linha cruzada
De Daniel Vilela, presidente do MDB goiano, sobre seu ex-aliado Gustavo Mendanha: “Não cabe a mim chamar ninguém de traidor, mas o fato é que ele chegou aonde chegou graças às oportunidades que o MDB deu a ele. Eu tive a minha participação nisso também e acho que ele não nega isso”.