Oposição a Caiado terá dificuldades para definir discurso
Redação DM
Publicado em 17 de novembro de 2021 às 13:01 | Atualizado há 5 anos
Fio Direto
Quaest Consultoria
Segundo matéria do jornal Folha de São Paulo, estimativas da Quaest Consultoria apontam que a avaliação negativa do governo federal supera 50% na maioria dos estados, inclusive em Goiás. O jornal chama Goiás de “antigo reduto do presidente pela influência do agronegócio”.
Emoção
Ao final da missa de sétimo dia realizada em intenção do ex-governador de Goiás e ex-prefeito de Goiânia, Iris Rezende, celebrada por D. Washington Cruz, Ana Paula Craveiro fez um emocionante relato da vida do pai. Ela agradeceu o carinho do povo goiano, disse que Iris foi um homem nutrido pela fé e que ele “lutou pela vida com a mesma coragem com que lutou pela democracia”.
Legado
Dom Washington Cruz, arcebispo Metropolitano de Goiânia, lembrou o legado deixado por Iris Rezende e disse que o emedebista foi preenchido pela esperança e pelo desejo de realização. “Foram 87 anos vividos intensamente, com muito trabalho e profundo amor pelo Brasil. É o filho desta pátria que não fugiu à luta. Por isso, o nome dele se escreve para sempre na história”, frisou.
Estado bem cuidado
Em entrevista à jornalista Cileide Alves, do O Popular, Ana Paula Rezende, filha de iris Rezende, disse que uma das grandes preocupações do seu pai era com o futuro de Goiás. Segunda ela, Iris sentia alívio em saber que o Estado estava nas mãos de um homem correto e honesto, como Ronaldo Caiado. “Ele tinha esse sentimento de que o Estado está sendo bem cuidado”, frisou.
A todo vapor
Alexandre Baldy (PP) e Henrique Meirelles (PSD) intensificaram as agendas de trabalho buscando apoios para a possível candidatura ao Senado Federal nas eleições do próximo ano. Enquanto Baldy procurou demonstrar força política ao se apresentar com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em evento de inauguração do Hospital Municipal de Anápolis, Meirelles passou a semana em encontros políticos na região Sudoeste do Estado.
Agora sim
Michel Afif Magul (MDB), que exercia cumulativamente os cargos de secretário executivo da Secretaria de Governo e Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação, foi nomeado Secretário Municipal de Desenvolvimento e Economia Criativa da Prefeitura de Goiânia. Decreto assinado pelo prefeito Rogério Cruz (Republicanos) foi publicado no DOM de ontem, 16/11.
Gestão de Iris coloca Goiânia entre as melhores do Brasil
Levantamento feito pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF, edição 2021) mostra que mais de 1/3 das 5.239 prefeituras analisadas estão em situação crítica. Somente 30,6% dos municípios brasileiros têm boa gestão fiscal e apenas 11,7% do total uma gestão de excelência.
Os números analisados dizem respeito ao exercício 2020, último ano da gestão Iris Rezende. De acordo com o levantamento, Goiânia alcançou a pontuação de 0,8293, bem acima da média das cidades brasileiras que foi de 0,5456. Entre as 27 capitais brasileiras, Goiânia assume a 6ª posição entre as nove que atingiram o índice de excelência.
Quando assumiu, em 2017, Iris Rezende encontrou o município amargando nota C na capacidade de pagamento (Capag). Em 2019, já com as contas reequilibradas, Goiânia foi alçada à nota B. Com os números de 2020, a capital chegou à nota A e agora recebe pontuação de excelência no Índice Firjan de Gestão Fiscal. Iris deixou Goiânia com R$ 1 bilhão em caixa.
Linha cruzada
Diretor de Infraestrutura e Rede da Enel, distribuidora de energia elétrica em Goiás, José Luiz Salas, relata que entre 2017 e 2021 a empresa encampou investimentos na ordem de R$ 5 bilhões, o que representa mais de 232% de aumento do que foi investido no período da Celg, nos últimos 15 anos, quando era mantida pelos governos estadual e federal.
A Enel arrematou a antiga Celg em leilão realizado em 2016 pelo valor total de R$ 2,1 bilhões, sendo que ao Estado de Goiás coube pouco mais de R$ 1 bilhão. A Aneel aponta a Enel como a terceira pior empresa de distribuição de energia do país.
Se a oposição goiana busca um discurso que possa abrir caminhos para a campanha eleitoral do ano que vem, deve encontrar uma retórica que passe longe do tema renovação. Essa é a opinião da maioria dos analistas políticos ouvidos pela coluna, os quais avaliam que não se deve confundir a idade do possível adversário do atual governador Ronaldo Caiado (DEM) com a ideia de renovação política. Mesmo não tendo confirmado sua candidatura ao governo, especula-se que o candidato da oposição em Goiás será Gustavo Mendanha (sem partido), prefeito de Aparecida de Goiânia, de 39 anos. No meio político, a avaliação é que por inúmeras razões a oposição teria extrema dificuldade de mostrar coerência, se apelasse para o discurso de renovação. O primeiro deles, apontam, seria a própria proximidade de Gustavo Mendanha com o grupo de Marconi Perillo (PSDB), ex-governador de Goiás por quatro mandatos e que é apontado como o principal responsável pela difícil situação fiscal e financeira do Estado herdada por Ronaldo Caiado. Ao final de 2018, último ano do quarto mandato do tucano, conforme relatório do TCE-GO, Goiás experimentava um rombo de mais de R$ 7 bilhões nas contas públicas e uma máquina quase parada. A retomada empreendida pelo Governo Caiado é outro fator que impede a oposição de falar em renovação, uma vez que o democrata tem conseguido apresentar resultados positivos. Já em 2019, primeiro ano da sua gestão, Caiado quebrou a série histórica de déficits orçamentários e fechou o ano com um superávit na execução do orçamento de R$ 550 milhões. Em 2020, repetiu o resultado superavitário. A regionalização da saúde no Estado também joga um balde de água fria nas pretensões oposicionistas, avaliam aqueles que discutem política em Goiás. O Estado saiu de 224 UTIs centralizadas em apenas três municípios (Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia) para quase mil leitos espalhados por 21 cidades localizadas nas diversas regiões do Estado. Somam-se a essas realizações a redução dos índices de violência em Goiás e os investimentos em educação e na área social. Diante do atual cenário, o discurso de renovação não terá sentido algum, explicam.
Fio Direto
Quaest Consultoria
Segundo matéria do jornal Folha de São Paulo, estimativas da Quaest Consultoria apontam que a avaliação negativa do governo federal supera 50% na maioria dos estados, inclusive em Goiás. O jornal chama Goiás de “antigo reduto do presidente pela influência do agronegócio”.
Emoção
Ao final da missa de sétimo dia realizada em intenção do ex-governador de Goiás e ex-prefeito de Goiânia, Iris Rezende, celebrada por D. Washington Cruz, Ana Paula Craveiro fez um emocionante relato da vida do pai. Ela agradeceu o carinho do povo goiano, disse que Iris foi um homem nutrido pela fé e que ele “lutou pela vida com a mesma coragem com que lutou pela democracia”.
Legado
Dom Washington Cruz, arcebispo Metropolitano de Goiânia, lembrou o legado deixado por Iris Rezende e disse que o emedebista foi preenchido pela esperança e pelo desejo de realização. “Foram 87 anos vividos intensamente, com muito trabalho e profundo amor pelo Brasil. É o filho desta pátria que não fugiu à luta. Por isso, o nome dele se escreve para sempre na história”, frisou.
Estado bem cuidado
Em entrevista à jornalista Cileide Alves, do O Popular, Ana Paula Rezende, filha de iris Rezende, disse que uma das grandes preocupações do seu pai era com o futuro de Goiás. Segunda ela, Iris sentia alívio em saber que o Estado estava nas mãos de um homem correto e honesto, como Ronaldo Caiado. “Ele tinha esse sentimento de que o Estado está sendo bem cuidado”, frisou.
A todo vapor
Alexandre Baldy (PP) e Henrique Meirelles (PSD) intensificaram as agendas de trabalho buscando apoios para a possível candidatura ao Senado Federal nas eleições do próximo ano. Enquanto Baldy procurou demonstrar força política ao se apresentar com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em evento de inauguração do Hospital Municipal de Anápolis, Meirelles passou a semana em encontros políticos na região Sudoeste do Estado.
Agora sim
Michel Afif Magul (MDB), que exercia cumulativamente os cargos de secretário executivo da Secretaria de Governo e Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação, foi nomeado Secretário Municipal de Desenvolvimento e Economia Criativa da Prefeitura de Goiânia. Decreto assinado pelo prefeito Rogério Cruz (Republicanos) foi publicado no DOM de ontem, 16/11.
Gestão de Iris coloca Goiânia entre as melhores do Brasil
Levantamento feito pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF, edição 2021) mostra que mais de 1/3 das 5.239 prefeituras analisadas estão em situação crítica. Somente 30,6% dos municípios brasileiros têm boa gestão fiscal e apenas 11,7% do total uma gestão de excelência.
Os números analisados dizem respeito ao exercício 2020, último ano da gestão Iris Rezende. De acordo com o levantamento, Goiânia alcançou a pontuação de 0,8293, bem acima da média das cidades brasileiras que foi de 0,5456. Entre as 27 capitais brasileiras, Goiânia assume a 6ª posição entre as nove que atingiram o índice de excelência.
Quando assumiu, em 2017, Iris Rezende encontrou o município amargando nota C na capacidade de pagamento (Capag). Em 2019, já com as contas reequilibradas, Goiânia foi alçada à nota B. Com os números de 2020, a capital chegou à nota A e agora recebe pontuação de excelência no Índice Firjan de Gestão Fiscal. Iris deixou Goiânia com R$ 1 bilhão em caixa.
Linha cruzada
Diretor de Infraestrutura e Rede da Enel, distribuidora de energia elétrica em Goiás, José Luiz Salas, relata que entre 2017 e 2021 a empresa encampou investimentos na ordem de R$ 5 bilhões, o que representa mais de 232% de aumento do que foi investido no período da Celg, nos últimos 15 anos, quando era mantida pelos governos estadual e federal.
A Enel arrematou a antiga Celg em leilão realizado em 2016 pelo valor total de R$ 2,1 bilhões, sendo que ao Estado de Goiás coube pouco mais de R$ 1 bilhão. A Aneel aponta a Enel como a terceira pior empresa de distribuição de energia do país.