Política

Pedido de afastamento de Eduardo Cunha só deverá ser avaliado em 2016

Redação DM

Publicado em 17 de dezembro de 2015 às 16:23 | Atualizado há 2 anos

O STF (Supremo Tribunal Federal) informou nesta quinta-feira (17) pela manhã que o pedido de afastamento de Eduardo Cunha, presidente da Câmara, só será avaliado em fevereiro de 2016. A corte deve entrar em recesso ainda nesta sexta-feira (18), e por isto, segundo o informado, não havia tempo suficiente para que uma decisão seja articulada antes que sejam retomados os trabalhos.

O pedido de fastamento de Cunha, protocolado por Rodrigo Janot, procurador-geral da República, realizado na quarta-feira (16) possui mais de 200 páginas. O ministro Teori Zavascki é responsável por fazer a análise de 11 alegações da Procuradoria (PGR) e dirigir a discussão ao plenário para debate com os demais ministros.

O recesso do Congresso Nacional também passará por análise por Cunha e Renan Calheiros, presidentes das duas casas. Caso haja suspensão do recesso, os processos deverão prosseguir -incluindo o caso de Eduardo Cunha.

 


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