PPL rompe aliança e muda executiva
Redação DM
Publicado em 25 de agosto de 2018 às 05:14 | Atualizado há 8 anos
Depois de abandonar a aliança ‘Frente de Oposição Unida Para Mudar Goiás’, sob a hegemonia de Ronaldo Caiado [DEM], o PPL, sucedâneo do MR-8 [Movimento Revolucionário Oito de Outubro], organização mais charmosa da luta armada contra a ditadura civil e militar [1964-1985], criada em 1969, uma dissidência do PCB da Guanabara, resolveu, em Goiás, trocar a comissão executiva estadual. Mais: eleger a psicóloga de linhagem marxista, formação enciclopédica, cultura humanista e gauche, Jucilene Barros, como presidente da legenda no Estado.
Com uma plataforma republicana, não patrimonialista, em defesa das reformas agrária e urbana, contra o latifúndio e o agronegócio. De denúncias contra a Reforma Trabalhista.
A presidente do PPL diz condenar a devastação do cerrado. A não demarcação das terras dos povos originários, dos indígenas, dos quilombolas. Mais: conta defender o Estado Democrático de Direito, a punição das violações dos direitos humanos ocorridas à época da ditadura civil e militar, como a deposição, em um golpe de Estado civil e militar, de João Belchior Marques Goulart, presidente constitucional. Além de torturas, desaparecimentos e ocultações de cadáveres. O PPL lança João Goulart Filho à Presidência da República, anuncia ela, animada.
Com uma agenda de mudanças. Para retirar o Brasil da crise, do desemprego, do Mapa da Fome, da inflação, do dólar alto, dos juros extorsivos. Ele virá a Goiânia dia 12 de setembro.
A nova executiva estadual do PPL Jucilene Barros, Alfredo Gonçalves, Claudionor Ferreira dos Santos, Orlanes de Sousa Olga Gonçalves Faria, Zenit Vaz de Oliveira, Analilce Sousa Resende, Sérgio Eduardo Cardoso, Leonam Ferreira Borges e Sônia Maria das Dores Silva.