Política

PSol quer ocupar espaços ‘à esquerda’, eleger deputados e executar seu programa

Redação DM

Publicado em 16 de maio de 2018 às 04:34 | Atualizado há 1 ano

Com Weslei Garcia, professor universitário e da rede pública de ensino de segundo grau, a aliança Psol & PCB quer desidratar, com uma plataforma socialista, repu­blicana e democrática, as opções de direita e centro-direita ao Go­verno do Estado de Goiás, como o senador da República Ronal­do Caiado [DEM], o governador de Goiás, José Eliton [PSDB], que disputa a reeleição, em 7 de outu­bro de 2018, e o deputado federal Daniel Vilela [MDB].

Os socialistas e comunistas já definiram o nome para ocupar a primeira vaga ao Senado Federal. Duas vagas estão, em disputa, nas urnas eletrônicas. O policial ro­doviário federal Fabrício Rosa, es­pecialista em Direitos Humanos, com uma agenda identitária e de defesa dos direitos de gênero, raça e LGBTs, espera crescer nas próxi­mas pesquisas de opinião pública e conquistar a primeira cadeira na Câmara Alta ou Revisora por um candidato gay, em Goiás.

Líder do Movimento dos Tra­balhadores Sem teto [MTST], o cientista social e especialista em Psicanálise, Guilherme Boulos, é candidato do Psol & PCB à presi­dência da República. A sua vice é a indígena Sônia Guajajara. O Psol possui, hoje, seis deputados fede­rais no Brasil. A estratégia é pelo me­nosdobrarabancadanoCongresso Nacional. Guilherme Boulos de­nuncia o golpe contra Dilma Rou­sseff, em 2016, e a prisão ilegal de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2018.

O Psol é a alternativa para os fun­cionários públicos, sem data-base, com arrocho salarial, distante dos Planos de Cargos e Salários, diz o membro da executiva do Sindica­to dos Jornalistas Profissionais do Estado de Goiás, Luiz Cláudio. A sigla quer a ampliação dos investi­mentos nas áreas de Saúde, Educa­ção, Cultura, Meio Ambiente, a sus­pensão dos contratos com as OSs, Organizações Sociais, e estatizar a Enel, a antiga Celg, dispara.

Luiz Cláudio propõe a realiza­ção de reforma agrária, com ter­ras do Estado. Mais: ele sugere a execução de um programa am­plo de redução do déficit de mo­radias, em Goiás. Assim como a erradicação total do analfabetis­mo, dispara. Além da democrati­zação da Universidade Estadual de Goiás, a UEG, explica.

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