Política

Restam, hoje, uma vaga ao Senado e as suplências, afirma Jardel Sebba

Redação DM

Publicado em 13 de fevereiro de 2018 às 01:32 | Atualizado há 8 anos

O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás Jar­del Sebba [PSDB] diz que o nome do vice-governador José Eliton [PSDB] está consolidado na base aliada para concorrer, dia 7 de ou­tubro de 2018, às eleições ao Pa­lácio das Esmeraldas. Mais: caso não viabilize um projeto nacio­nal, Marconi Perillo [PSDB] é o nome natural para ocupar a pri­meira vaga ao Senado da Repúbli­ca. Restariam a 2ª vaga ao Senado, além das suplências, informa ele.

José Eliton, especialista em Di­reito Eleitoral, possui capilaridade social, densidade política e capital eleitoral para disputar o pleito ao Governo de Goiás, afirma. É pre­ciso costurar a unidade total da base aliada, recomenda. Apesar de que pequenas defecções poderão ocorrer, admite. O ‘band leader’ tucano faz uma projeção otimista para o desempenho, nos legisla­tivos, da base aliada, em 2018. “A previsão é de eleição de 14 depu­tados federais e 31 estaduais”.

MICHEL TEMER

O ex-deputado estadual, eleito pela primeira vez, em 1998, conta que não disputará nenhum cargo, em 2018. Gustavo Sebba concor­rerá à reeleição, avisa. Apesar da crise, Michel Temer [MDB] termi­nará o mandato, pontua. Camba­leando, analisa. Socialdemocrata, o ex-prefeito de Catalão, cargo que exerceu de 2012 a 2016, defende a Reforma da Previdência Social. Para acabar com privilégios e ga­rantir o pagamento das aposenta­dorias no futuro, explica.

Secretário de Gestão do Ga­binete de Marconi Perillo, ele frisa ao Diário da Manhã que, depois da crise hídrica, Cata­lão, sob o controle de Adib Elias [MDB], estaria, hoje, um ‘caos’. Com graves problemas na área de saúde, denuncia. Buracos, verdadeiras crateras, nas ruas, ataca. O funcionalismo públi­co desvalorizado, atira. Progra­mas sociais desativados, vocife­ra. Promessas de campanha que não foram cumpridas, lamenta o cardeal do PSDB na cidade.

PALÁCIO DO PLANALTO

Com pesquisas qualitativas nas mãos, o ex-prefeito de Ca­talão aponta que o eleitor brasi­leiro, depois das crises de 2014, 2015 e 2016, o impeachment de Dilma Vana Rousseff e o desgas­te profundo de Michel Temer, aguarda um nome novo, sem manchas ou nódoas, para subir a rampa do Palácio do Planalto, em 1º de janeiro de 2019. Marco­ni Político reúne as credenciais para alçar um voo ao Palácio do Planalto e executar uma onda modernizadora no Brasil, diz.

 

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