Sem perspectivas de alianças, Gustavo pode não viabilizar candidatura
Redação DM
Publicado em 9 de dezembro de 2021 às 15:20 | Atualizado há 5 anos
Fio Direto
Sem consenso
O projeto de Lei que pretende mudar o nome do Aeroporto Internacional de Goiânia, de Santa Genoveva para Iris Rezende Machado, de autoria do senador goiano Luiz Carlos do Carmo (MDB), não encontra consenso entre a bancada goiana e nem tampouco entre os próprios emedebistas do estado. O senador disse que vai lutar pela aprovação da proposta na Câmara dos Deputados.
Sem consenso II
O deputado estadual Bruno Peixoto (MDB), líder do Governo na Alego, em pronunciamento na tribuna da Casa, disse que Iris Rezende, como estadista que era e pelo respeito que dispensava a todos os credos, sobretudo aos católicos, jamais concordaria com a mudança do nome do aeroporto de Goiânia. Bruno pediu aos deputados federais que rejeitem a proposta.
De olho
Além da busca pela vaga de candidato ao Senado nas eleições do próximo ano, alguns pré-candidatos têm despertado a atenção para uma possível suplência de Henrique Meirelles (PSD), que trabalha para ser o candidato da base do governador Ronaldo Caiado (DEM) à Câmara Alta. É que, acreditam, é grande a chance de Meirelles vir a ocupar um cargo no governo federal a partir de 2023.
Não vai rolar
De acordo com o ex-presidente do Banco Central e atual secretário de Fazenda do Governo de São Paulo, Henrique Meirelles (PSD), é zero a chance dele, caso seja eleito senador por Goiás, renunciar ao mandato para ocupar qualquer outro cargo no Governo Federal. “Tenho muito para contribuir com Goiás e com o Brasil lá no Congresso”, tem dito nas entrevistas.
Regulação
O ministro do STF e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, disse que a regulação das redes sociais se tornou “imperativa”, mas que é preciso “acertar a dose” para não atingir direitos constitucionais como a liberdade de expressão.
Iris Rezende
Acontece hoje na Igreja Matriz de Campinas, em Goiânia, às 19h, missa de ação de graças pelos 30 dias do falecimento do ex-governador de Goiás e ex-prefeito de Goiânia, Iris Rezende Machado. O decano emedebista morreu no último dia 9 de novembro, aos 87 anos, depois de passar pouco mais de 90 dias internado, lutando contra as consequências de um AVCH.
Manobra do Centrão adia análise da PEC da prisão em 2ª instância
Prevista para ser analisada na sessão de ontem, quarta-feira (08/12), a PEC da prisão em 2ª instância não foi colocada em votação. O relator da matéria, deputado Fábio Trad (PSD-MS), temendo ver seu relatório rejeitado, retirou seu parecer da ordem do dia. A expectativa era de que ele leria o texto na sessão e, depois, a comissão votaria o parecer.
Partidos do Centrão, aliados do presidente Jair Bolsonaro, alteraram ao menos 16 de seus integrantes na comissão especial que analisa a PEC. “Vendo o cenário que não existe mais, que pessoas com quem eu trabalhei já não estão mais aqui, por essa mudança súbita e repentina, retiro meu relatório e solicito que adie sua análise para outro momento”, solicitou Trad.
O episódio foi visto como uma derrota do pensamento lavajatista defendido por Sérgio Moro e Deltan Dallagnol. Segundo parlamentares, vai demorar ainda algum tempo para que o Congresso aceite fazer esse tipo de alteração constitucional.
Linha cruzada
A pesquisa Quaest/Genial de intenção de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2022 divulgada ontem, quarta-feira (8/12), mostra, em dos seus cenários, o ex-presidente Lula (PT) liderando com 46% contra 23% do atual presidente, Jair Bolsonaro (PL). Na briga pela terceira posição, Sérgio Moro (Podemos) tem 10% das intenções de voto, Ciro Gomes (PDT) tem 5%. João Doria (PSDB-SP) aparece com 2% e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), com 1%.
Sempre que perguntado sobre se realmente vai deixar a prefeitura de Aparecida de Goiânia para se lançar candidato ao Governo de Goiás no próximo ano, o ex-emedebista Gustavo Mendanha tergiversa e diz que ainda é cedo para anunciar qualquer decisão para o próximo ano. Mendanha lembra que tem até início de abril para se decidir sobre o novo partido e para anunciar se realmente vai concorrer ao governo de Goiás em 2022. Ele precisaria, no entanto, renunciar à cadeira de prefeito de Aparecida de Goiânia até 2 de abril, caso deseje mesmo concorrer em outubro. E essa, sem dúvidas, é uma decisão difícil. O político, que deixou o MDB em setembro último, depois que foi formalizada a aliança com o DEM do governador Ronaldo Caiado, esteve próximo de se acertar com o PL, mas a filiação do presidente Jair Bolsonaro ao partido mudou tudo. É que Bolsonaro recebeu carta branca do presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, para escolher os candidatos a governadores nos estados e já anunciou que só vai aceitar que concorram pelo seu novo partido àqueles que efetivamente defenderem a sua candidatura, o que não seria o caso de Mendanha, segundo aliados mais próximos de Bolsonaro. Nos bastidores, comenta-se que a estratégia de Gustavo era, a partir do PL, fazer composições com os demais partidos da oposição, incluindo aí PSDB, PSB, Pros e até Patriota, mas com o veto de Jair Bolsonaro isso não será possível. Ainda que se filiasse ao PSDB de Marconi Perillo ou ao PSB de Elias Vaz, o prefeito de Aparecida de Goiânia teria dificuldades para construir uma aliança em torno da sua candidatura, até porque restariam poucos partidos para tal. Para completar, o PSDB anunciou que deve ter candidato próprio e o PSB já adiantou que não fará parte de alianças com partidos que apoiam Jair Bolsonaro. Diferente do seu possível adversário nas eleições de 2022, que não precisaria desincompatibilizar e que já tem uma ampla base de apoio praticamente definida, Gustavo corre contra o tempo e a consciência de que uma decisão intempestiva pode representar o fim da sua carreira política. É de se avaliar, sem dúvidas.
Fio Direto
Sem consenso
O projeto de Lei que pretende mudar o nome do Aeroporto Internacional de Goiânia, de Santa Genoveva para Iris Rezende Machado, de autoria do senador goiano Luiz Carlos do Carmo (MDB), não encontra consenso entre a bancada goiana e nem tampouco entre os próprios emedebistas do estado. O senador disse que vai lutar pela aprovação da proposta na Câmara dos Deputados.
Sem consenso II
O deputado estadual Bruno Peixoto (MDB), líder do Governo na Alego, em pronunciamento na tribuna da Casa, disse que Iris Rezende, como estadista que era e pelo respeito que dispensava a todos os credos, sobretudo aos católicos, jamais concordaria com a mudança do nome do aeroporto de Goiânia. Bruno pediu aos deputados federais que rejeitem a proposta.
De olho
Além da busca pela vaga de candidato ao Senado nas eleições do próximo ano, alguns pré-candidatos têm despertado a atenção para uma possível suplência de Henrique Meirelles (PSD), que trabalha para ser o candidato da base do governador Ronaldo Caiado (DEM) à Câmara Alta. É que, acreditam, é grande a chance de Meirelles vir a ocupar um cargo no governo federal a partir de 2023.
Não vai rolar
De acordo com o ex-presidente do Banco Central e atual secretário de Fazenda do Governo de São Paulo, Henrique Meirelles (PSD), é zero a chance dele, caso seja eleito senador por Goiás, renunciar ao mandato para ocupar qualquer outro cargo no Governo Federal. “Tenho muito para contribuir com Goiás e com o Brasil lá no Congresso”, tem dito nas entrevistas.
Regulação
O ministro do STF e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, disse que a regulação das redes sociais se tornou “imperativa”, mas que é preciso “acertar a dose” para não atingir direitos constitucionais como a liberdade de expressão.
Iris Rezende
Acontece hoje na Igreja Matriz de Campinas, em Goiânia, às 19h, missa de ação de graças pelos 30 dias do falecimento do ex-governador de Goiás e ex-prefeito de Goiânia, Iris Rezende Machado. O decano emedebista morreu no último dia 9 de novembro, aos 87 anos, depois de passar pouco mais de 90 dias internado, lutando contra as consequências de um AVCH.
Manobra do Centrão adia análise da PEC da prisão em 2ª instância
Prevista para ser analisada na sessão de ontem, quarta-feira (08/12), a PEC da prisão em 2ª instância não foi colocada em votação. O relator da matéria, deputado Fábio Trad (PSD-MS), temendo ver seu relatório rejeitado, retirou seu parecer da ordem do dia. A expectativa era de que ele leria o texto na sessão e, depois, a comissão votaria o parecer.
Partidos do Centrão, aliados do presidente Jair Bolsonaro, alteraram ao menos 16 de seus integrantes na comissão especial que analisa a PEC. “Vendo o cenário que não existe mais, que pessoas com quem eu trabalhei já não estão mais aqui, por essa mudança súbita e repentina, retiro meu relatório e solicito que adie sua análise para outro momento”, solicitou Trad.
O episódio foi visto como uma derrota do pensamento lavajatista defendido por Sérgio Moro e Deltan Dallagnol. Segundo parlamentares, vai demorar ainda algum tempo para que o Congresso aceite fazer esse tipo de alteração constitucional.
Linha cruzada
A pesquisa Quaest/Genial de intenção de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2022 divulgada ontem, quarta-feira (8/12), mostra, em dos seus cenários, o ex-presidente Lula (PT) liderando com 46% contra 23% do atual presidente, Jair Bolsonaro (PL). Na briga pela terceira posição, Sérgio Moro (Podemos) tem 10% das intenções de voto, Ciro Gomes (PDT) tem 5%. João Doria (PSDB-SP) aparece com 2% e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), com 1%.