Política

Senadores: Auxílio Brasil fora do teto de gastos

Redação DM

Publicado em 22 de novembro de 2022 às 14:59 | Atualizado há 4 anos

Os senadores por Goiás Jorge Kajuru (Podemos) e Vanderlan Cardoso (PSD) manifestam posições favoráveis à retirada do Auxílio Brasil, que voltará a se chamar Bolsa Família, no valor de R$ 600, do teto de gastos, mas que ainda não têm uma posição definida em relação à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição como um todo.

Entre as medidas propostas pela PEC está a retirada do Auxílio Brasil do teto para que ele continue sendo pago no valor de R$ 600 no ano que vem. Isso porque a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2023, proposta pela gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL), prevê que o benefício tenha o valor reduzido para R$ 405 a partir do ano que vem.

A PEC, então, propõe a retirada do benefício do teto de forma permanente. Isso implica em um gasto total no ano que vem de R$ 175 bilhões. Esse valor contempla o pagamento de R$ 600 mensais e de R$ 150 por criança de até 6 anos na família.

Base de Bolsonaro, Vanderlan afirma que o único consenso que existe no Senado até agora é em relação a essa medida, mas com a duração de um ano, ou seja, apenas para 2023. Essa foi, inclusive, a defesa feita pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP), principal articulador da atual gestão e um dos nomes mais fortes do Centrão.

Kajuru diz que é a favor do benefício fora do teto de gastos. “O auxílio tem que continuar. Se não continuar é um tapa na cara da sociedade mais vulnerável desse país”, afirma o senador do Podemos.

Leia também

Siga o Diário da Manhã no Google Notícias e fique sempre por dentro

edição
do dia

Impresso do dia