Vilmar Rocha: Vanderlan não deve disputar eleições para governador em 2022
Redação DM
Publicado em 21 de dezembro de 2021 às 15:11 | Atualizado há 5 anos
Ministro do STF repudia assédio a servidores da Anvisa
O Ministro do STF Gilmar Mendes se manifestou sobre o que chamou de “perseguição” aos servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que passaram a ser ameaçados depois que o presidente da República, Jair Bolsonaro, criticou publicamente a liberação de vacinas contra a Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos no Brasil.
Em live semanal, Jair Bolsonaro disse que iria pedir os nomes dos servidores envolvidos na liberação das vacinas para crianças e sugeriu expor publicamente os técnicos e diretores da agência. “Nós queremos divulgar o nome dessas pessoas para que todo mundo tome conhecimento de quem são essas pessoas e, obviamente, formem o seu juízo”, disse o presidente em tom de ameaça.
Em suas redes, Gilmar Mendes disse que “a perseguição aos técnicos da Anvisa é uma vergonha nacional. Mostra como o discurso do ódio chegou a níveis alarmantes no país”. O ministro expressou solidariedade aos servidores da Anvisa e pediu que as autoridades policiais competentes investiguem o caso e garantam a segurança dos servidores e familiares.
Linha cruzada
Mesmo com a quase certa restrição ao seu nome para integrar chapa bolsonarista em Goiás, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (sem partido), continua se apresentando ao lado da deputada federal Magda Mofatto, a principal liderança do PL em Goiás. Com um pé dentro do PL, Mendanha viu sua pretensão subir no telhado depois que Jair Bolsonaro se filiou ao partido de Valdemar Costa Neto.
É que o presidente da República pediu carta branca para escolher os candidatos à majoritária nos estados e teria feito opção pelo aliado Major Vitor Hugo (PSL, mas de partida para o PL) em detrimento de Gustavo Mendanha.
Café da Manhã
Sobre o RRF
Ronaldo Caiado explicou que Goiás foi o único estado do Brasil a cumprir todas as exigências para aderir ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e que chegou a receber um telefonema do ministro da Economia, Paulo Guedes, parabenizando-o pelo trabalho executado em Goiás.
Mal assessorado
Para o governador goiano, Bolsonaro pode ter sido mal assessorado quanto às questões do RRF, já que o presidente teria feito uma conexão da crise fiscal de Goiás com as medidas restritivas tomadas durante a pandemia da Covid-19, fatos que não têm a menor ligação entre si. Ao lado do deputado Major Vitor Hugo (PSL), Bolsonaro disse que pode retardar a entrada de Goiás no RRF.
Endividamento
Goiás pleiteou a adesão ao RRF logo nos primeiros meses da gestão de Ronaldo Caiado (DEM), em 2019. O que motivou a busca pelo programa federal criado pela LC 159/2017 foram os rombos deixados pela gestão anterior nas contas públicas do Estado. Segundo o TCE-GO, Goiás tinha ao final de 2018 um déficit de caixa que superava R$ 7 bilhões e uma dívida consolidada de cerca de R$ 20 bilhões.
Endividamento II
Ao final de 2018, Goiás sofria com um desequilíbrio fiscal impossível de ser sanado sem medidas mais austeras, como a suspensão do pagamento da dívida, que naquela altura consumia cerca de R$ 3 bilhões anuais, ou 12,5% da RCL. As despesas com pessoal chegavam a 72% da RCL e o rombo da previdência a 10%. Somados aos índices constitucionais da saúde (12%) e educação (25%), o Estado amargava um déficit de mais de 30% da Receita Corrente Líquida.
Desconhecimento
Para um governista, o deputado federal Major Vitor Hugo (PSL) teria demonstrado ignorância com os problemas do seu estado ao criticar a entrada de Goiás no RRF. “Se se ocupasse das causas do seu estado, não teria passado essa vergonha. O RRF foi criado por lei federal e Goiás, há quase três anos, trabalha para o cumprimento das etapas para adesão ao programa”, frisa.
Autismo
Foi sancionado pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) lei oriunda do PL do deputado Amilton Filho (Solidariedade) que trata da criação da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA), em Goiás. O documento deverá conter o brasão do estado de Goiás e a inscrição ‘Governo do Estado de Goiás’, além da identificação completa do portador.
Ministro do STF repudia assédio a servidores da Anvisa
O Ministro do STF Gilmar Mendes se manifestou sobre o que chamou de “perseguição” aos servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que passaram a ser ameaçados depois que o presidente da República, Jair Bolsonaro, criticou publicamente a liberação de vacinas contra a Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos no Brasil.
Em live semanal, Jair Bolsonaro disse que iria pedir os nomes dos servidores envolvidos na liberação das vacinas para crianças e sugeriu expor publicamente os técnicos e diretores da agência. “Nós queremos divulgar o nome dessas pessoas para que todo mundo tome conhecimento de quem são essas pessoas e, obviamente, formem o seu juízo”, disse o presidente em tom de ameaça.
Em suas redes, Gilmar Mendes disse que “a perseguição aos técnicos da Anvisa é uma vergonha nacional. Mostra como o discurso do ódio chegou a níveis alarmantes no país”. O ministro expressou solidariedade aos servidores da Anvisa e pediu que as autoridades policiais competentes investiguem o caso e garantam a segurança dos servidores e familiares.
Linha cruzada
Mesmo com a quase certa restrição ao seu nome para integrar chapa bolsonarista em Goiás, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (sem partido), continua se apresentando ao lado da deputada federal Magda Mofatto, a principal liderança do PL em Goiás. Com um pé dentro do PL, Mendanha viu sua pretensão subir no telhado depois que Jair Bolsonaro se filiou ao partido de Valdemar Costa Neto.
É que o presidente da República pediu carta branca para escolher os candidatos à majoritária nos estados e teria feito opção pelo aliado Major Vitor Hugo (PSL, mas de partida para o PL) em detrimento de Gustavo Mendanha.
O presidente do PSD em Goiás, ex-deputado federal Vilmar Rocha, disse ao Jornal Opção Online que o projeto do partido para 2022 é eleger o ex-ministro Henrique Meirelles para senador e pelo menos três deputados federais. “O PSD tem boas apostas, como o deputado federal Francisco Júnior e a vereadora Sabrina Garcez, e há a possibilidade de conquistar o passe político do presidente da Assembleia Legislativa, Lissauer Vieira, com quem mantemos excelente relacionamento. O deputado é um político de alta qualidade”, afirma. Se vai bancar um candidato a senador, Henrique Meirelles, possivelmente na chapa do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), o PSD não vai postular o governo do Estado em 2022. Então, pela lógica, o senador Vanderlan Cardoso não será candidato a governador. Um membro do PSD acrescenta: “O desejo do presidente Jair Bolsonaro pode não ser o mesmo desejo de Vanderlan Cardoso”. Vilmar Rocha frisa que Vanderlan Cardoso está bem no PSD e não acredita que se filiará ao PL para disputar o governo de Goiás. “Ele diz para nós que não será candidato, e acreditamos na sua palavra. A bancada do PSD tem 12 senadores e Vanderlan é um dos mais prestigiados”.
Café da Manhã
Sobre o RRF
Ronaldo Caiado explicou que Goiás foi o único estado do Brasil a cumprir todas as exigências para aderir ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e que chegou a receber um telefonema do ministro da Economia, Paulo Guedes, parabenizando-o pelo trabalho executado em Goiás.
Mal assessorado
Para o governador goiano, Bolsonaro pode ter sido mal assessorado quanto às questões do RRF, já que o presidente teria feito uma conexão da crise fiscal de Goiás com as medidas restritivas tomadas durante a pandemia da Covid-19, fatos que não têm a menor ligação entre si. Ao lado do deputado Major Vitor Hugo (PSL), Bolsonaro disse que pode retardar a entrada de Goiás no RRF.
Endividamento
Goiás pleiteou a adesão ao RRF logo nos primeiros meses da gestão de Ronaldo Caiado (DEM), em 2019. O que motivou a busca pelo programa federal criado pela LC 159/2017 foram os rombos deixados pela gestão anterior nas contas públicas do Estado. Segundo o TCE-GO, Goiás tinha ao final de 2018 um déficit de caixa que superava R$ 7 bilhões e uma dívida consolidada de cerca de R$ 20 bilhões.
Endividamento II
Ao final de 2018, Goiás sofria com um desequilíbrio fiscal impossível de ser sanado sem medidas mais austeras, como a suspensão do pagamento da dívida, que naquela altura consumia cerca de R$ 3 bilhões anuais, ou 12,5% da RCL. As despesas com pessoal chegavam a 72% da RCL e o rombo da previdência a 10%. Somados aos índices constitucionais da saúde (12%) e educação (25%), o Estado amargava um déficit de mais de 30% da Receita Corrente Líquida.
Desconhecimento
Para um governista, o deputado federal Major Vitor Hugo (PSL) teria demonstrado ignorância com os problemas do seu estado ao criticar a entrada de Goiás no RRF. “Se se ocupasse das causas do seu estado, não teria passado essa vergonha. O RRF foi criado por lei federal e Goiás, há quase três anos, trabalha para o cumprimento das etapas para adesão ao programa”, frisa.
Autismo
Foi sancionado pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) lei oriunda do PL do deputado Amilton Filho (Solidariedade) que trata da criação da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA), em Goiás. O documento deverá conter o brasão do estado de Goiás e a inscrição ‘Governo do Estado de Goiás’, além da identificação completa do portador.
Ministro do STF repudia assédio a servidores da Anvisa
O Ministro do STF Gilmar Mendes se manifestou sobre o que chamou de “perseguição” aos servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que passaram a ser ameaçados depois que o presidente da República, Jair Bolsonaro, criticou publicamente a liberação de vacinas contra a Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos no Brasil.
Em live semanal, Jair Bolsonaro disse que iria pedir os nomes dos servidores envolvidos na liberação das vacinas para crianças e sugeriu expor publicamente os técnicos e diretores da agência. “Nós queremos divulgar o nome dessas pessoas para que todo mundo tome conhecimento de quem são essas pessoas e, obviamente, formem o seu juízo”, disse o presidente em tom de ameaça.
Em suas redes, Gilmar Mendes disse que “a perseguição aos técnicos da Anvisa é uma vergonha nacional. Mostra como o discurso do ódio chegou a níveis alarmantes no país”. O ministro expressou solidariedade aos servidores da Anvisa e pediu que as autoridades policiais competentes investiguem o caso e garantam a segurança dos servidores e familiares.
Linha cruzada
Mesmo com a quase certa restrição ao seu nome para integrar chapa bolsonarista em Goiás, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (sem partido), continua se apresentando ao lado da deputada federal Magda Mofatto, a principal liderança do PL em Goiás. Com um pé dentro do PL, Mendanha viu sua pretensão subir no telhado depois que Jair Bolsonaro se filiou ao partido de Valdemar Costa Neto.
É que o presidente da República pediu carta branca para escolher os candidatos à majoritária nos estados e teria feito opção pelo aliado Major Vitor Hugo (PSL, mas de partida para o PL) em detrimento de Gustavo Mendanha.