Política

Weslei Garcia: “PSol é a alternativa contra a política tradicional”

Redação DM

Publicado em 21 de agosto de 2018 às 00:23 | Atualizado há 8 anos

O candidato a governador Weslei Garcia afirmou, ao jor­nal Diário da Manhã, que com o cansaço do eleitor e o descré­dito da política brasileira, o PSol pode vir a ser uma alternativa para o eleitorado insatisfeito. As pesquisas de intenção de votos mostram que entre 16 a 25% dos eleitores ainda estão indecisos ou não votariam em nenhum candidato, o que demonstra a in­satisfação dos eleitores em rela­ção aos candidatos anunciados.

Weslei Garcia afirma que direi­tos foram retirados do trabalha­dor, o que criou nestes uma aver­são política, além do que os três primeiros colocados na pesquisa demonstram ‘o mais do mesmo’.

“As pessoas querem uma al­ternativa e eu tenho certeza que a partir de agora o PSol vai ser muito mais lembrado”, diz Weslei.

Ele também avalia que os institutos de pesquisas de in­tenções de votos têm demonstra­do que há uma oscilação muito positiva para o PSol, o que de­monstra que há uma parcela da sociedade que procura uma al­ternativa e não enxerga nos can­didatos tradicionais uma opção. Ele afirma que há alguns institu­tos, como o Diagnóstico, que mos­tram que ele está à frente da can­didata do PT, Kátia Maria.

“O PSol é o único partido que nes­se momento que além de se fazer en­tender, tem demonstrado à popula­ção que tem liberdade. Até porque o PT, por mais que demonstre que de­fende a ética, por exemplo, chega a um limite, vez que caminhou lado a lado com aqueles que traíram a clas­se trabalhadora. O PSol foi além disso e fez oposição programática ao PT”.

PSol é um partido novo e con­segue ser identificado em algumas pesquisas até acima dos índices do PT, o que demonstra que as ban­deiras políticas erguidas pelo PSol estão corretas e vão de encontro às ansiedades do povo. Weslei luta para demonstrar para a classe tra­balhadora que o PSol é a única al­ternativa política, pois se mante­ve durante todo o tempo coerente.

Weslei Garcia define coerên­cia como sendo a manutenção de uma ideologia alinhada ao pro­grama de governo.A coerência do PSol está no campo programático defendido pelo partido.

JUDICIÁRIO

Weslei Garcia afirma que “como governador, não governa­rei para todos, e sim para a maioria, que é a classe trabalhadora. Não governarei para essa minoria que tem protagonizado os desmandos no Estado de Goiás. Privilégios se­rão combatidos, principalmente os do Poder Judiciário, que dá 60 (ses­senta) dias de férias para os juízes, além de licenças e regalias e a pos­sibilidade de aumentar seu pró­prio salário. É o trabalhador que precisa ter o salário aumentado. Defendo três poderes igualitários: executivo, legislativo e judiciário. Hoje, o Judiciário é um super po­der. Deste modo ele desalinha os demais poderes e deve ser comba­tido. Não governarei para empre­sários que têm isenção de impos­tos sem nenhuma contrapartida.

REESTATIZAÇÃO DA CELG

O caminho da reestatização da Celg é em se provando que há indí­cios de irregularidades.

A Celg foi vendida por 2.2 bi­lhões. Pelo consórcio que foi ela­borado com a União, 1 bilhão ficou para a União. Então o Estado de Goiás lucrou 1 bilhão com a ven­da da Celg. Quando houve a compra pela Enel, ela teve perdoado dívidas que chega­vam a 3 bilhões.

Como o Estado pode perdoar dívi­das de 3 bilhões se a em­presa foi vendida por 1 bi­lhão? E quem é que paga o preço? O trabalhador.

A CONTA DE LUZ AUMENTOU

Uma vez provadas as irregulari­dades, iremos anular o contrato de compraevendafirmadoentreoEsta­do e a Enel. Iremos inclusive pleitear essa nulidade através do judiciário.

SUBDELEGAÇÕES DA SANEAGO

Também iremos acabar com as subdelegações da Saneago.

Metas de governo: reestatização da Celg, fim das subdelegações, au­mento do imposto sobre herança,

As subdelegações já é um mecanis­mo de privatiza­ção. É a Sanea­go pegar parte da sua operação e terceirizar. Isso já acontece em Aparecida de Goiânia, Trin­dade, Jataí e Rio Verde.

Há dois muni­cípios que a Sanea­go não atende: Se­nador Canedo e Caldas Novas. São empresas que já nasceram municipalizadas.

Também, sobre o gover­nador Marconi Perillo, Weslei avalia que este não governou o Estado durante os últimos 20 anos. “Ele delegava para al­guém fazer isso,” completa.

MINISTÉRIO PÚBLICO

Weslei Garcia também afir­mou que “no Estado de Goiás o Ministério Público não in­vestiga nada, as denúncias não vão pra frente, o Estado de Goiás é um Estado que apresenta altos indí­cios de corrupção, inclusive morando em na nossa Capi­tal Carlos Cachoei­ra”.

 

 



Hoje, o Judiciário é um superpoder. Assim, ele desalinha os demais poderes e deve ser combatido”

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