Saúde

O auge do cigarro eletrônico entre á garotada

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pedem para os hospitais que, notifiquem os casos suspeitos de problemas ligados a vaporizadores

diario da manha

Cigarro eletrônico, mais conhecidos como vaporizadores, está no auge entre a garotada, diferente do cigarro de papel que queima por combustão, o vaper funciona á base de vaporização.

O dispositivo contém um liquido que normalmente contém aroma que, ao ser aquecido, gera o vapor aspirado e exalado pelo usuário.

Eles não deixam mal hálito, e a fumaça e aromatizada, segundo os fabricantes, essa seria a razão que torna eles menos prejudiciais do que o cigarro tradicionais. Mas há contestações.

Mas afinal, o cigarro eletrônico, faz ou não mal a saúde?. Nos Estados Unidos mais de 9 milhões de pessoas usam o vapers, surgiu uma síndrome respiratória, que já matou 12 pessoas em menos de um mês, e no mesmo período já foram registrados 805 casos.

A maioria são jovens, de 25 anos pra baixo, chegam no hospital sentindo forte dores no peito, com dificuldade para respirar e febre alta.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), do governo americano, Suspeita-se que seja o THC, componente psicoativo da maconha, que alguns vapers adicionam em seus cartuchos com nicotina líquida.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pedem para os hospitais que, notifiquem os casos suspeitos de problemas ligados a vaporizadores.

“Embora possam ser menos tóxicos que os cigarros convencionais, não quer dizer que eles sejam inofensivos”, adverte o porta-voz da OMS, Tarik Jasarevict. “Tampouco existem evidências de que eles ajudem a para de fumar”, ressalta.

Cientistas Britânicos, dizem que, os vaporizadores ou dispositivos de tabacos aquecidos, podem ser úteis como estratégias de redução de danos. Pois se cada um milhão de pessoas que trocassem os modelos comuns pelos eletrônicos, mais de 6 mil vidas seriam salvas.

No Brasil por ser considerado referência mundial no combate ao tabagismo, ainda tem cerca de 9,3 milhões de fumantes, sendo que, há 30 anos, já chegou a ser 34,8% da população, È os médicos tem serias restrição quanto ao uso de vaporizadores.

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