Policlínica de Goianésia realiza palestra sobre aleitamento materno
Redação DM
Publicado em 4 de agosto de 2022 às 12:17 | Atualizado há 4 anos
A Policlínica Estadual da Região Vale do São Patrício, em Goianésia, realizou nesta quarta-feira, 3, uma palestra para os usuários e colaboradores da unidade sobre Aleitamento Materno, em alusão a Semana Mundial da Amamentação que acontece de 1 a 7 de agosto. A atividade foi conduzida pelos nutricionistas Natálio Lima e Fernanda Guimarães. Os profissionais explicaram que cada mãe produz o leite adequado para as necessidades de seu bebê, então, se a criança mama regularmente e está ganhando peso, a mãe pode ficar tranquila. O que acontece é uma confusão, já que o leite materno é menos encorpado e mais claro que o leite de vaca, mas isso não impede que seja rico em nutrientes.
A amamentação supre todas as necessidades alimentares dos bebês nos primeiros meses de vida, garantindo que ele cresça e se desenvolva de maneira saudável. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os bebês sejam alimentados exclusivamente com leite materno até os 6 meses, podendo se estender até 2 anos de idade.
O ideal é que a mãe não interrompa e deixe o bebê mamar à vontade no primeiro seio. Porque somente depois de alguns minutos o bebê consegue atingir o leite posterior, uma porção rica em açúcar e gordura que ajuda a criança a se saciar mais rápido e a ganhar peso. Se ele não chega a essa parte, acaba sentindo fome mais rapidamente e tende a acordar várias vezes ao longo do dia para mamar de novo. Caso ele se sacie com somente um seio, ela pode fazer a retirada do leite da outra mama, para não sentir dor.
Benefícios do aleitamento para o bebê
O leite materno protege contra doenças como diarreia, infecções respiratórias e alergias; reduz risco de diabetes, hipertensão arterial e obesidade na vida adulta; efeito positivo na inteligência; e melhor desenvolvimento da cavidade bucal auxiliando na introdução de novos alimentos e na fala.
Benefícios para a mãe
Ajuda a voltar mais rápido pro peso pré-gestacional; protege contra câncer de mama, útero e ovários; diminui chances de depressão pós-parto; diminui risco de fraturas ósseas por osteoporose; promove vínculo afetivo entre mãe e filho e é mais barato.
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