DM Saúde

Reencontro entre mãe e filha transforma internação em momento de afeto no HEMNSL

Redação Online

Publicado em 31 de agosto de 2026 às 08:30 | Atualizado há 1 hora

Em meio à rotina hospitalar, pequenos gestos podem fazer uma grande diferença para quem está internado. No Hospital Estadual e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (HEMNSL), um momento de escuta e acolhimento resultou em um reencontro especial entre uma puérpera, internada há mais de cinco dias, e sua filha de 1 ano.

A iniciativa surgiu a partir de uma visita da equipe de Psicologia ao leito. Durante a conversa, a paciente compartilhou a saudade que sentia da filha, que permanecia em casa durante o período de internação.

A partir dessa escuta, a equipe avaliou a possibilidade de viabilizar o encontro e mobilizou os profissionais envolvidos para que ele acontecesse de forma segura e acolhedora. O momento permitiu que mãe e filha estivessem juntas novamente, proporcionando acolhimento, afeto e a oportunidade de fortalecer os vínculos familiares durante um período marcado pela distância e pela permanência no ambiente hospitalar.

A ação contou com a participação de diferentes profissionais, que atuaram desde o planejamento até o acompanhamento do encontro. Para a equipe de Psicologia, a iniciativa reforça a importância de olhar para além das necessidades clínicas e considerar também os aspectos emocionais e familiares que fazem parte da experiência de cada paciente.

“Humanizar a assistência também significa estar atento àquilo que é importante para cada paciente. Muitas vezes, um encontro, um abraço ou alguns minutos ao lado de quem amamos podem trazer conforto e fazer toda a diferença durante uma internação. Esse cuidado mais próximo e individualizado faz parte do atendimento que buscamos oferecer no HEMNSL”, afirma a diretora-geral, Daniela Porto Alves.

Para uma mulher no período do puerpério, a internação prolongada pode tornar a distância dos filhos ainda mais difícil. Por isso, iniciativas como essa contribuem para tornar a experiência hospitalar mais acolhedora, respeitando as necessidades emocionais e os vínculos de cada paciente.

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