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Apple Card: o cartão de crédito sem tarifas é lançado para alguns clientes

O Apple Card é distribuído aleatoriamente para alguns clientes nos EUA, sem anuidade nem tarifas. O cartão exige iPhone ou iPad com iOS 12.4 para ser usado e poderá ser solicitado pelo aplicativo Wallet.

diario da manha
Foto: reprodução

O Apple Card é distribuído aleatoriamente para alguns clientes nos EUA, sem anuidade nem tarifas. O cartão da apple exige iPhone ou iPad com iOS 12.4 para ser usado e poderá ser solicitado pelo aplicativo Wallet. De acordo com a empresa, mais pessoas terão acesso ao produto no final do mês.

A nova iniciativa da maçã promete muitas facilidades, com o Apple Card aprovado, é possível realizar compras imediatamente em maquininhas com NFC e em transações na internet. Caso a loja online não tenha suporte ao Apple Pay, tudo bem: o Wallet armazena um número de cartão virtual que poderá ser utilizado neste caso.

Como funciona o Apple Card?

Criado em parceria com o banco americano Goldman Sachs, o Apple Card poderá ser utilizado tanto para compras no Apple Pay como para transações convencionais, possibilitadas a partir da parceria com a bandeira MasterCard.

Ademais, os consumidores terão um retorno financeiro de 3% para gastos feitos na Apple Store, 2% para compras que utilizem o serviço de pagamentos da empresa e 1% em todas as outras utilizações do cartão. Chamada de “Daily Cash”, a economia estará disponível na carteira digital do smartphone para uso posterior ou transferência para uma conta bancária.

Além disso, o valor obtido através do Daily Cash é creditado em menos de um dia, segundo o TechCrunch, e pode ser transferido para uma conta de banco convencional: caso a transferência seja instantânea, há uma taxa de até US$ 10; mas se o cliente esperar 1 a 3 dias úteis, ela é gratuita.

Acredita-se que a Apple está se esforçando para que os clientes não paguem juros. A interface do Apple Card no Wallet exibe um círculo com três marcadores: a parcela mínima por mês, o mínimo sem pagar juros, e o valor total. As taxas variam de 13,24% a 24,24% ao ano; são semelhantes às de outros cartões com cashback nos EUA, que cobram entre 16,24% e 24,36% ao ano segundo o US News.

O app também Wallet mostra as categorias dos seus gastos em um gráfico e em um “mapa de calor” na imagem do cartão. O Apple Card começa branco, mas se você o utilizar em restaurantes, ele ganhará uma tonalidade laranja. Ao gastar em itens de entretenimento, a cor vai adquirir tons de rosa e assim varia-se a coloração de acordo com a categorização de gastos.

Versão em cartão de crédito de titânio

Rompendo as barreiras virtuais, a empresa também lança um cartão físico, feito de titânio, que pode ser solicitado gratuitamente pelos clientes. Ele vem em um pacote com chip NFC e para facilitar o processo de ativação basta encostar o iPhone ou iPad nele, em vez de telefonar para o banco ou se dirigir até um caixa eletrônico.

No entanto, o cartão físico em si não possui NFC, ou seja, não suporta pagamentos contactless. A Apple obviamente quer que você use seu iPhone para isso: dessa forma, ela ganha uma porcentagem da transação.

Ademais, o Apple Card é uma tentativa de diversificar os negócios da empresa à medida que as vendas de iPhone diminuem. Vale lembrar que donos deste cartão de crédito deverão manter um dispositivo com iOS ou iPadOS para utilizá-lo, sob risco de ter sua conta fechada.

Informações do TecnoBlog

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