Brasil

Urna eletrônica, orgulho nacional!

Redação DM

Publicado em 30 de agosto de 2022 às 14:01 | Atualizado há 4 anos

Consta-se que a introdução da urna eletrônica nos sufrágios brasileiros é marco histórico, divisor de águas nas eleições. Ou seja, desde a implantação desse avançado instrumento tecnológico em destaque, o Brasil superou histórica época na qual os votos eram marcados em cédulas de papel e depositados em urnas de lona. Período eleitoral arcaico no qual carregava em seu bojo elevado nível de insegurança, lentidão no momento de votar, morosidade no escrutínio dos votos, alta frequência de casos de fraudes, de falcatruas e, consequentemente, enfraquecimento da democracia brasileira.

A partir das eleições municipais em 1996, a urna eletrônica foi implantada com grandioso êxito. Isto é, desde o início, esse mecanismo eletrônico evidenciado logrou imenso sucesso, pois garante que o voto ocorra de forma inquestionável e atinja seu principal objetivo: eliminar fraude no processo eleitoral, impedindo que o mesmo sofra intervenção humana.

Além disso, a específica urna assegura que as apurações das votações fluem de forma rápida, eficaz e segura. Em relação a grau de proteção contra qualquer tipo de ataque, a urna eletrônica passa por Testes Públicos de Segurança (TPS). Pormenorizando, seus dispositivos são colocados à prova para que seja comprovada sua total segurança, integral blindagem.

Os testes acontecem de forma anual desde 2009 e “nenhuma tentativa de adulteração dos sistemas ou dos resultados da votação obteve êxito”, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Ademais, há diversos meios de auditoria e verificação dos resultados que podem ser efetuados por candidatos e coligações, pelo Ministério Público (MP), pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pelo próprio eleitor. Ao longo do processo eleitoral, existe o acompanhamento tanto da Justiça Eleitoral quanto da sociedade civil. E ainda mais, os colaboradores contratados para lidar com o transporte, preparação e manutenção das urnas e os mesários voluntários. Esses auxiliares em voga não possuem acesso ao código-fonte do sistema, e diversas camadas de segurança impedem a violação do software e hardware. E mais, a urna eletrônica não tem conexão com à internet, muito menos com sistemas de conexão como o bluetooth.

Sendo assim, a urna eletrônica brasileira é, categoricamente, ágil, segura e auditável. Por fim, a urna eletrônica, genuinamente elaborada e construída por notáveis cientistas do Brasil, representa um poderoso pilar da jovem democracia verde-amarela e esplendoroso orgulho nacional. Se mostrando, ao passar dos anos, como modelo para diversos países democráticos mundo afora.

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