Greve dos professores continua em Goiânia
Redação DM
Publicado em 4 de abril de 2022 às 15:31 | Atualizado há 5 anos
Durante assembleia realizada na manhã desta segunda-feira, 4, servidores da educação recusaram as novas propostas feitas pela Prefeitura de Goiânia e decidiram manter a greve, que começou no dia 15 de março.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação em Goiás (Sintego), a Secretaria Municipal de Educação (SME), ofereceu o pagamento das datas-bases de 2020 e 2021 (9,32%) em abril; a de 2022 (10,16%) em maio e a criação do auxílio locomoção de R$ 250.
Para os educadores, a oferta foi de 10,16% em abril e aumento de 50% para o Auxílio Transporte e locomoção, sem retroativo a janeiro, que foram rejeitadas, visto que a categoria busca o reajuste de 33,24%, conforme determina a legislação nacional.
A SME afirmou em nota que não foi oficialmente notificada pelo Sintego em relação à rejeição da proposta feita na sexta-feira, 1°.
A pasta explica que ofereceu reajuste de 10,16% sobre os vencimentos dos professores que já recebem acima do valor do piso nacional.
Trecho da nota afirma que “o percentual proposto pela pasta levou em consideração a capacidade orçamentária e o limite prudencial da folha de pagamento do município e é exatamente igual ao reajuste apresentado pelo Governo de Goiás à categoria, que foi aceito pelo próprio Sintego”.
Além disso, a pasta garante que o piso de 2022 estipulado pelo Governo Federal será cumprido.
“Nenhum professor do município receberá abaixo do piso nacional estipulado, que será de R$3.846,66 para 40 h semanais de trabalho”, finaliza.
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