Sucessão: Caiado é favorito e oposição estuda alternativas
Redação DM
Publicado em 7 de fevereiro de 2022 às 15:24 | Atualizado há 2 anos

Linha cruzada
Com a imagem arranhada, a Câmara Municipal deve buscar pautas mais populares a partir desta semana.
Alguns vereadores vão tentar uma vaga na assembleia e precisam sobrepor este início de ano ruim.
Fio Direto
Novo ritmo
Governador Ronaldo Caiado (União Brasil) vai acelerar os contatos políticos, a partir de agora, com dirigentes partidários, parlamentares e prefeitos, para fortalecer a aliança visando a reeleição em 2 de outubro.
Fortalecimento
O presidente do PP em Goiás, Alexandre Baldy, vai levar, nesta segunda-feira (7), os 32 prefeitos do partido até o ministro Ciro Nogueira (Casa Civil), que comanda o diretório nacional da sigla. A ideia é tratar dos problemas de cada um deles em seus municípios e reforçar o apoio à sua pré-candidatura ao Senado.
Dilema pepista
Os deputados federais Adriano Avelar e Alcides Ribeiro também participarão do evento. Um defende aliança com Caiado. O outro apoia a pré-candidatura do prefeito de Aparecida, Gustavo Mendanha (sem partido).
Solução
A chegada do ex-secretário estadual de comunicação Tony Carlo ao Paço Municipal pode arrefecer algumas crises de gestão de imagem da administração do prefeito Rogério Cruz que vive um “annus terribilis”.
Dissimulação?
Muita gente entendeu que o fatídico desempenho circense na tribuna da Câmara Municipal de Goiânia, em razão do IPTU, facilitou a aprovação do Plano Diretor ainda sem o debate proposto por alguns vereadores.
Lulismo
Pesquisas mais recentes apontam para uma crescente Lulista em Goiás, estado tradicionalmente conservador e que havia dado 65,52% de votos para Jair Bolsonaro em 2018. Sinal importante para aliados do Planalto.
Bolsonarismo
No entanto, diferente de outras regiões do Brasil, em Goiás, os Bolsonaristas conseguem equilibrar nas pesquisas espontâneas, mantendo uma disputa acirrada dentro da margem de erro.
Quebra-cabeça
Os marqueteiros não sabem ainda, mesmo lendo as pesquisas qualitativas, se a disputa entre Lulismo e Bolsonarismo não vai interferir de forma relevante na disputa pelo governo de Goiás. É um quebra cabeça sem uma imagem definida.
Federação
As regras da federação partidária estabelecem que só pode haver um candidato por bloco para cada eleição presidencial, para o governo de cada Estado e, ainda, para as disputas das prefeituras.
Federação II
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a federação partidária deverá ter o registro deferido pela Corte até o dia 2 de abril, seis meses antes das eleições.
Ideologia
Cientistas políticos entendem que as eleições de 2022 não serão da esquerda contra a direita, mas da “democracia versus autoritarismo”. Será?
Lincoln Tejota: futuro político ainda incerto
O vice-governador Lincoln Tejota (Cidadania/foto) ainda não decidiu o seu futuro político. Nos bastidores, cogita-se candidatura à Assembleia Legislativa, mas, também, indicação para cargo de conselheiro do TCM. Neste caso, seu pai, Sebastião Tejota, retorna ao cenário político como candidato.

Linha cruzada
Com a imagem arranhada, a Câmara Municipal deve buscar pautas mais populares a partir desta semana.
Alguns vereadores vão tentar uma vaga na assembleia e precisam sobrepor este início de ano ruim.
A primeira semana de fevereiro apresentou duas pesquisas como termômetro para a disputa eleitoral em Goiás. Nas duas, o evidente favoritismo do governador Ronaldo Caiado para sua reeleição e uma intensa disputa pelo segundo lugar, onde o prefeito de Aparecida, Gustavo Mendanha, reveza com o ex-governador Marconi Perillo a preferência dos entrevistados. No Palácio das Esmeraldas o resultado das duas primeiras pesquisas são vistos com muito otimismo, porque apontam para uma boa aprovação da gestão estadual, mesmo diante dos sérios problemas encontrados no primeiro ano de governo, resultantes do caos fiscal herdado de administrações anteriores e dois anos praticamente focados no combate à pandemia e suas consequências: “Nosso foco é mostrar para população o que o governo fez e está fazendo. Como somos comedidos em gastos com publicidade, esse trabalho é feito corpo-a-corpo e temos muito o que mostrar. ” – avalia a assessoria política do governador. Nos QGs de Marconi Perillo e Gustavo Mendanha, segundo aliados, as pesquisas abriram novos cenários que praticamente obrigam mudanças de estratégias de ambos. Na na análise do levantamento dos institutos Serpes e Voga, tanto Perillo, quanto Mendanha, disputam grande parte dos mesmos votos da oposição, ou seja, haverá uma real possibilidade de que eles iniciem uma disputa de bastidores para convencer partidos e lideranças sobre quem é o real nome que exercerá antagonismo ao governador Ronaldo Caiado nas eleições deste ano. Até dezembro de 2021, o cenário era de que este mesmos grupos combinassem forças para lançar um só nome. Neste momento, o cenário é de cada um tentando se viabilizar politicamente para outubro.
Fio Direto
Novo ritmo
Governador Ronaldo Caiado (União Brasil) vai acelerar os contatos políticos, a partir de agora, com dirigentes partidários, parlamentares e prefeitos, para fortalecer a aliança visando a reeleição em 2 de outubro.
Fortalecimento
O presidente do PP em Goiás, Alexandre Baldy, vai levar, nesta segunda-feira (7), os 32 prefeitos do partido até o ministro Ciro Nogueira (Casa Civil), que comanda o diretório nacional da sigla. A ideia é tratar dos problemas de cada um deles em seus municípios e reforçar o apoio à sua pré-candidatura ao Senado.
Dilema pepista
Os deputados federais Adriano Avelar e Alcides Ribeiro também participarão do evento. Um defende aliança com Caiado. O outro apoia a pré-candidatura do prefeito de Aparecida, Gustavo Mendanha (sem partido).
Solução
A chegada do ex-secretário estadual de comunicação Tony Carlo ao Paço Municipal pode arrefecer algumas crises de gestão de imagem da administração do prefeito Rogério Cruz que vive um “annus terribilis”.
Dissimulação?
Muita gente entendeu que o fatídico desempenho circense na tribuna da Câmara Municipal de Goiânia, em razão do IPTU, facilitou a aprovação do Plano Diretor ainda sem o debate proposto por alguns vereadores.
Lulismo
Pesquisas mais recentes apontam para uma crescente Lulista em Goiás, estado tradicionalmente conservador e que havia dado 65,52% de votos para Jair Bolsonaro em 2018. Sinal importante para aliados do Planalto.
Bolsonarismo
No entanto, diferente de outras regiões do Brasil, em Goiás, os Bolsonaristas conseguem equilibrar nas pesquisas espontâneas, mantendo uma disputa acirrada dentro da margem de erro.
Quebra-cabeça
Os marqueteiros não sabem ainda, mesmo lendo as pesquisas qualitativas, se a disputa entre Lulismo e Bolsonarismo não vai interferir de forma relevante na disputa pelo governo de Goiás. É um quebra cabeça sem uma imagem definida.
Federação
As regras da federação partidária estabelecem que só pode haver um candidato por bloco para cada eleição presidencial, para o governo de cada Estado e, ainda, para as disputas das prefeituras.
Federação II
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a federação partidária deverá ter o registro deferido pela Corte até o dia 2 de abril, seis meses antes das eleições.
Ideologia
Cientistas políticos entendem que as eleições de 2022 não serão da esquerda contra a direita, mas da “democracia versus autoritarismo”. Será?
Lincoln Tejota: futuro político ainda incerto
O vice-governador Lincoln Tejota (Cidadania/foto) ainda não decidiu o seu futuro político. Nos bastidores, cogita-se candidatura à Assembleia Legislativa, mas, também, indicação para cargo de conselheiro do TCM. Neste caso, seu pai, Sebastião Tejota, retorna ao cenário político como candidato.

Linha cruzada
Com a imagem arranhada, a Câmara Municipal deve buscar pautas mais populares a partir desta semana.
Alguns vereadores vão tentar uma vaga na assembleia e precisam sobrepor este início de ano ruim.