Política

Vaga para o Senado domina debates no iníco de janeiro

Redação DM

Publicado em 17 de janeiro de 2022 às 14:47 | Atualizado há 2 anos


O vice-governador Lincoln Tejota (Cidadania/foto) realiza, nesta terça-feira (18), evento em parceria com AGM e FGM para orientar prefeitos de cidades atingidas pelas fortes chuvas em Goiás. Presença de Hunter Moraes (Ministério do Desenvolvimento Regional).



Linha Cruzada

A médica Ludmila Hajjar crê que o sistema de saúde deve entrar em colapso até o dia 30 de janeiro por conta da variante ômicron.

Nas UTIs, a maioria são “não vacinados e arrependidos” seguindo a especialista.



Fio Direto

Em março
Tudo indica que o Palácio das Esmeraldas só irá tratar, em março, da desincompatibilização dos auxiliares, entre eles Pedro Sales (Goinfra) e Ismael Alexandrino (Saúde).

Na disputa
Pedro Sales e Ismael Alexandrino admitem concorrer à Câmara Federal nas eleições de outubro próximo em Goiás.

Janela
Ex-governador Marconi Perillo (PSDB) conversou com Geraldo Alckmin, cotado para vice na chapa de Lula, sobre uma eventual aliança nas eleições deste ano.

Majoritária
Perillo já admite disputar eleição majoritária (governador ou senador) em outubro e descarta candidatura a deputado federal.

Desmotivação
O tucanato goiano, em sua maioria, anda desanimado com a pré-campanha do presidenciável João Doria.

Novo partido
Gustavo Mendanha deve acertar filiação ao Podemos, em março, para concorrer ao Governo de Goiás.

É candidato!
Ao contrário do que se especulou na semana passada, Jânio Darrot (Patriota) confirmou, em entrevista, que é pré-candidato ao governo. Porém, citou o cenário difícil que será 2022.

Despertador
Com atuação forte da imprensa, o Plano Diretor de Goiânia passou a ter relevância por parte de alguns vereadores que estavam deixando passar a matéria sem a devida atenção: Antes tarde que nunca.

Dilema I
Nove em cada dez prefeitos goianos estão sob forte pressão para promover decretos de restrição de atividades. O número de casos da variante ômicron explodiu em duas semanas e deve lotar hospitais e postos de saúde até o dia 30 de janeiro.

Dilema II
Mas, diante de todo desgaste político que a adoção de medidas de restrição desperta, principalmente nas redes sociais, os prefeitos estão segurando até o último momento novos decretos.

Sem dilema
Na Cidade de Goiás, o prefeito Anderson Gouveia (PT) preferiu não “pagar pra ver” e adotou, desde a semana passada, medidas de restrição para conter o avanço da covid no município e potencial escassez de leitos.

Tejota mobiliza em benefício dos municípios



O vice-governador Lincoln Tejota (Cidadania/foto) realiza, nesta terça-feira (18), evento em parceria com AGM e FGM para orientar prefeitos de cidades atingidas pelas fortes chuvas em Goiás. Presença de Hunter Moraes (Ministério do Desenvolvimento Regional).



Linha Cruzada

A médica Ludmila Hajjar crê que o sistema de saúde deve entrar em colapso até o dia 30 de janeiro por conta da variante ômicron.

Nas UTIs, a maioria são “não vacinados e arrependidos” seguindo a especialista.



Um assunto que é campeão de discussões nos bastidores políticos é a indicação de um nome para a disputa da vaga para o senado deste ano. Lógico, o espaço que mais atrai interessados é a chapa governista, que contabiliza, pelo menos, cinco postulantes. No entanto, o fato de haver apenas uma vaga em disputa e o alto nível competitivo dos atuais interessados faz da indicação dos suplentes (duas vagas) uma disputa de proscênios que pode definir, por exemplo, a escolha de um partido por um projeto eleitoral. Goiás tem histórico de vários suplentes que assumiram mandatos de senadores, então, a indicação dos suplentes é uma tarefa meticulosa, que se bem articulada, pode garantir força extra na disputa eleitoral. E são muitos nomes de peso já se apresentaram: como os ex-ministros Henrique Meirelles (PSD) e Alexandre Baldy (PP), o atual senador pelo (MDB) Luiz do Carmo, os deputados federais Delegado Waldir (União Brasil) e João Campos (Republicanos) e o ex-senador Wilder Morais (PSC) todos com potencial eleitoral considerável. Há outros nomes, porém, pela indecisão demonstrada até o momento, principalmente daqueles que são oposição ao governo de Ronaldo Caiado (União Brasil), talvez o representante mais expressivo seja o ex-governador Marconi Perillo (PSDB) ainda no dilema se disputa governo, senado ou câmara federal. Mas, vale ressaltar que não há disputa por vagas de suplentes na oposição pelo simples fato de não haver um nome consolidado ao senado, o que pode fazer falta nos meses que antecedem o pleito. Sobre as disputas avulsas ao senado, vários especialistas são assertivos em prever que a possibilidade de sucesso em uma empreitada dessas é bastante difícil – o foco é a vaga principal e as duas suplências nas duas principais chapas que disputarão os votos este ano.



Fio Direto

Em março
Tudo indica que o Palácio das Esmeraldas só irá tratar, em março, da desincompatibilização dos auxiliares, entre eles Pedro Sales (Goinfra) e Ismael Alexandrino (Saúde).

Na disputa
Pedro Sales e Ismael Alexandrino admitem concorrer à Câmara Federal nas eleições de outubro próximo em Goiás.

Janela
Ex-governador Marconi Perillo (PSDB) conversou com Geraldo Alckmin, cotado para vice na chapa de Lula, sobre uma eventual aliança nas eleições deste ano.

Majoritária
Perillo já admite disputar eleição majoritária (governador ou senador) em outubro e descarta candidatura a deputado federal.

Desmotivação
O tucanato goiano, em sua maioria, anda desanimado com a pré-campanha do presidenciável João Doria.

Novo partido
Gustavo Mendanha deve acertar filiação ao Podemos, em março, para concorrer ao Governo de Goiás.

É candidato!
Ao contrário do que se especulou na semana passada, Jânio Darrot (Patriota) confirmou, em entrevista, que é pré-candidato ao governo. Porém, citou o cenário difícil que será 2022.

Despertador
Com atuação forte da imprensa, o Plano Diretor de Goiânia passou a ter relevância por parte de alguns vereadores que estavam deixando passar a matéria sem a devida atenção: Antes tarde que nunca.

Dilema I
Nove em cada dez prefeitos goianos estão sob forte pressão para promover decretos de restrição de atividades. O número de casos da variante ômicron explodiu em duas semanas e deve lotar hospitais e postos de saúde até o dia 30 de janeiro.

Dilema II
Mas, diante de todo desgaste político que a adoção de medidas de restrição desperta, principalmente nas redes sociais, os prefeitos estão segurando até o último momento novos decretos.

Sem dilema
Na Cidade de Goiás, o prefeito Anderson Gouveia (PT) preferiu não “pagar pra ver” e adotou, desde a semana passada, medidas de restrição para conter o avanço da covid no município e potencial escassez de leitos.

Tejota mobiliza em benefício dos municípios



O vice-governador Lincoln Tejota (Cidadania/foto) realiza, nesta terça-feira (18), evento em parceria com AGM e FGM para orientar prefeitos de cidades atingidas pelas fortes chuvas em Goiás. Presença de Hunter Moraes (Ministério do Desenvolvimento Regional).



Linha Cruzada

A médica Ludmila Hajjar crê que o sistema de saúde deve entrar em colapso até o dia 30 de janeiro por conta da variante ômicron.

Nas UTIs, a maioria são “não vacinados e arrependidos” seguindo a especialista.


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