Ministério Público investiga uso do termo “cocaína” em lição escolar
Redação DM
Publicado em 14 de outubro de 2021 às 17:46 | Atualizado há 5 anos
O Ministério Público de Goiás (MPGO), investiga, juntamente com os representantes do município de Itaberaí, a conduta profissional de duas servidoras municpais de uma escola da cidade, que utilizaram o termo “cocaína” em uma atividade.
Na atividade, uma questão pedia o cálculo da quantidade de cocaína colocada em um pino de plástico. Alunos do 8º ano receberam a folha de exercícios em casa, e a questão chamou a atenção dos pais.
O promotor de Justiça Marcelo Faria da Costa Lima, informou que a reunião com o MPGO, realizada na manhã desta quinta-feira, 14, foi solicitada para analisar as providências que foram tomadas em relação ao caso.
A secretária municipal de educação, Carla de Deus Lima Lemes, disse ao promotor que a servidora que ocupava o cargo de supervisora escolar pediu exoneração no dia 8.
O promotor afirma que foi instaurado procedimento investigar a atitude administrativa tanto da supervisora, quanto da coordenadora pedagógica da escola.
Daniel Fernandes Leite, procurador-geral do município, complementou que a Câmara Municipal de Itaberaí constituiu Comissão Especial para acompanhamento do processo administrativo aberto para apurar a conduta das duas servidoras.
Leia também
- Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula, 49% dos votos válidos às vésperas do 2º turno
- Mulher é assassinada antes de incêndio em kitnet em Anápolis, aponta perícia
- Justiça impõe mais de 54 anos de prisão por feminicídio motivado por dívida de R$ 300 em Goiás
- Goiás amplia acesso a tributos e prepara pagamento por Pix para 2027
- Vídeo: Ato pró-Lula mobiliza apoiadores em Goiânia na véspera do segundo turno