Política

Vilmar Rocha quer discussão no PSD sobre alianças nas eleições

Redação DM

Publicado em 12 de junho de 2018 às 02:39 | Atualizado há 8 anos

O presidente estadual do PSD, Vilmar Rocha, encaminhou uma carta aos membros do partido para que eles venham discutir as possíveis alianças nas eleições deste ano. Vilmar quer manter sua estratégia de ouvir todos os pessedistas para que a decisão possa ser tomada durante a con­venção da legenda, em julho ou agosto. Há os que querem apoio à reeleição do governador José Eli­ton e os que discordam.

“O partido não é feito só de de­putados (quatro) e prefeitos (dezes­sete) e queremos ouvir todos que ti­verem interesse de discutir e falar sobre esse tema”, explicou Vilmar Rocha. Segundo ele, apesar dos de­putados e prefeitos já terem mani­festado suas preferências, o partido conta ainda com 25 vice prefeitos, 211 vereadores e 243 presidentes de diretórios, além de militantes.

Na carta que o PSD tem enviado a seus membros, Vilmar Rocha diz que “nosso partido está entre os três maiores do estado e a construção de um partido forte somente é possível com a participação de todos os que dele fazem parte e que irão cerrar fi­leiras na luta para se alcançar a vitó­ria”. “Assim, para balizarmos nossa decisão a ser tomada na Convenção, gostaria de ouvir sua opinião sobre as alianças estaduais a serem feitas para as eleições de 2018”.

O período das convenções vai de 20 de julho a 5 de agosto. Na con­venção do PSD-GO, 50 membros irão votar. São os nomes que com­põem a Executiva estadual, forma­da pelos deputados federal e esta­duais, representantes dos prefeitos e vice prefeitos, representantes dos vereadores e presidentes dos mo­vimentos mulher e jovem, além de delegados indicados pelos 243 dire­tórios do partido.

“Já vieram me questionar se eu daria um ‘golpe’ na executiva para garantir meu ponto de vista na con­venção, mas é claro que eu não fa­rei isso. Isso é totalmente incoerente com o que defendo e com toda a mi­nha trajetória política. Faremos uma convenção democrática e transpa­rente, sem golpe e sem pegadinhas”, garantiu Vilmar Rocha. “A minha posição é bem clara, mas se o par­tido decidir de forma diferente eu irei aceitar”, concluiu.

 

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