O que pensa Jardel Sebba
Redação DM
Publicado em 24 de fevereiro de 2018 às 02:14 | Atualizado há 1 ano
- Secretário de Gestão diz que estratégia é eleger 13 deputados federais, 31 deputados estaduais
Não há ‘Plano B’, José Eliton, vice-governador do Estado assume, em abril, o Governo de Goiás, disputará a reeleição, em outubro próximo, afirma o secretário do Gabinete de Gestão, Jardel Sebba [PSDB]. O ex – presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás aponta que o também tucano Marconi Perillo concorrerá ao Senado da República. A melhor opção da sigla, hoje, para a eleição à Presidência da República, é o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, acredita o ex – deputado estadual eleito em 1998, reeleito depois em 2006, 2006 e 2010.
– O Brasil precisa de um choque de modernidade. É a agenda do PSDB.
JÁ CONSOLIDADO
O cardeal tucano acredita que José Eliton estaria consolidado e pode construir uma coalizão com até 17 partidos políticos. A estratégia, real, é eleger 13 deputados federais, assim como 31 deputados estaduais. Para garantir a governabilidade de eventual gestão de 1º de janeiro de 2019 a 31 de dezembro de 2002, explica. O projeto poderá incluir a eleição de Marconi Perillo à presidência do Senado Federal, caso ele seja aprovado pelas urnas, em 2018, frisa. Jovem ainda, Marconi Perillo dará um ar de modernidade no Congresso Nacional, dispara.
– Para adotar um programa de retomada do desenvolvimento e de modernização do País.
Jardel Sebba lembra ainda que restam duas vagas na chapa majoritária, vice e uma ao Senado. O perfil para preenchê-las deve ser o de densidade eleitoral, potencial de crescimento nas pesquisas de opinião pública, assim como um livre trânsito entre as 17 siglas da base aliada, informa ao Diário da Manhã o auxiliar de Marconi Perillo e ex-prefeito de Catalão, uma das principais cidades, das 246 existentes, do Estado de Goiás. As suplências ao Senado devem ser preenchidas com nomes de peso, propõe. Além da chapa proporcional da coalizão, insiste.
– A receita para a construção do consenso é paciência, jogo de cintura e um olhar para o futuro.
CRISE & BURACO
O dirigente conta que não disputará as eleições de 7 de outubro de 2016. Cáustico, ele ataca o prefeito de Catalão, Adib Elias [MDB]. Não cumpre, hoje, o que prometeu na campanha eleitoral de 2016, atira. Os programas Renda Cidadã Municipal, Remédio em Casa, Cheque para auxílio-reforma foram cancelados, de forma abrupta, o que prejudica a população de baixa renda, reclama. Depois da crise hídrica, há, hoje, o Buracão do Adib, obra paralisada.
– Um buraco enorme que ligaria dois bairros: Primavera e Cruzeiro.
Secretário de Gestão do Gabinete de Marconi Perillo, ele frisa ao Diário da Manhã que Catalão, sob o controle de Adib Elias [MDB], estaria, hoje, um ‘caos’. Com graves problemas na área de saúde, denuncia. A UPA em processo de desativação, fuzila. Buracos, verdadeiras crateras, nas ruas, metralha. O funcionalismo público desvalorizado, lamenta. Programas sociais desativados, vocifera. Apesar da crise política, econômica e social que atinge o Brasil, Michel Temer [MDB] terminará o mandato, registra, desanimado. Cambaleando, analisa.
