Esportes

Duelo de boas recordações

Redação DM

Publicado em 21 de fevereiro de 2018 às 02:48 | Atualizado há 1 ano

Vindo de vitória no Campeo­nato Goiano e com um dos pés na semifinal, o Goiás muda a chave e volta suas aten­ções para a Copa do Brasil. Hoje, pela segunda fase da competição, a equipe enfrenta o Boa Esporte (MG), time que jogou na mesma fase do ano passado e que traz boas recordações, além da vitória conquistada nos pênaltis, quando Marcelo Rangel começou a sua fama de pegador de penalidades com a camisa esmeraldina.

Para a partida, o treinador Hé­lio dos Anjos tem algumas dúvidas para escalar a equipe. Caique Sá e Eduardo Brock, com virose podem ser sacados da equipe. Caso isso ocorra, os prováveis substitutos são Pedro Bambu e Raphael Silva, res­pectivamente. O lateral-direito Alex Silva, que saiu lesionado no último jogo está fora. O comandante tam­bém conta com a volta de Giovan­ni, que cumpriu suspensão no úl­timo jogo no Campeonato Goiano.

Sem atuar no Serra Dourada desde o ano passado, o esmeral­dino fez seu último treino no gra­mado do estádio, que foi revitali­zado no início da temporada. Em 2018, quando jogou em Goiânia, o Goiás disputou seus jogos no Olímpico e na Serrinha.

“Já tive grandes jogos aqui e resultados bons, mas os que pre­valeceram foram os negativos jo­gando contra. Isso já demonstra a dificuldade que é jogar no Ser­ra Dourada. A gente tem que tor­nar isso importante no ano, para que toda equipe que venha nos enfrentar, nos respeite e sinta a dificuldade jogar diante da nossa torcida. Se o Serra tiver um bom público, isso é favorável para con­seguir um bom resultado’’, fa­lou o zagueiro Eduardo Brock, sobre a possibilidade de atuar no Serra Dourada e a importân­cia da presença da torcida.

O adversário de hoje, no cam­peonato estadual vive dois extre­mos na competição. De um lado, a equipe tem o pior ataque da com­petição, por outro, o time tem a melhor defesa. Apesar dos núme­ros do adversário, Eduardo Brock advertiu que o time tem que es­tar preparado para qualquer que seja a postura que a equipe mi­neira venha a adotar.

“É difícil prever, porque é um jogo de mata-mata. E aí tudo se mo­difica. A gente tem que estar prepa­rado para as diferentes formas que o Boa venha jogar. Isso que a gente faz, isso que a gente estuda e nós temos que nos preparar da melhor forma possível, para enfrentar um Boa que venha sair e vir para cima ou um Boa que venha para se de­fender’’, explicou o zagueiro sobre a postura que o time tem que adotar para não ser surpreendido.

BOA ESPORTE

O Boa Esporte vem de vitória no Campeonato Mineiro. Na última ro­dada, a equipe venceu o Uberlân­dia por 1 a 0. O time é comandado por Sidney Moraes, que passou pelo Vila Nova em 2014. Outro conheci­do do futebol goiano é o zagueiro Renato Justi, que jogou pelo Aná­polis e foi vice-campeão em 2016.

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