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Sem conseguir embalar

Redação DM

Publicado em 15 de fevereiro de 2018 às 02:19 | Atualizado há 1 ano

Aparecidense e Atlético fi­zeram jogos de tempos ex­tremos ontem no Estádio Anníbal Batista de Toledo, em Apa­recida de Goiânia, pela 3ª rodada do 2º turno do Campeonato Goiano. Em duelo que terminou no pla­car de 0 a 0, os que estavam no Estádio assistiram um primeiro tempo completamente morno e uma segunda etapa elétrica, com várias chances, mas com defi­ciências técnicas. O Dragão ain­da perdeu um pênalti com o meia Tomas Bastos no último lance.

Na próxima rodada, o Atlético enfrenta o Anápolis às 17h do sá­bado (17), no Estádio Jonas Duar­te, no interior goiano. Para a parti­da, o técnico Cláudio Tencati deve ter todos os jogadores à disposição, inclusive o lateral Jonathan, que não jogou por conta de um desconfor­to na coxa direita. Já a Aparecidense recebe a Anapolina em Aparecida às 16h de domingo (18). O lateral­-esquerdo Hélder volta após cum­prir suspensão e Kaio Wilker, expul­so contra o Atlético, é o desfalque.

O JOGO

A primeira parte do jogo foi mor­na do início ao fim. Nos 15 minutos iniciais, a Aparecidense foi superior que o Atlético, enquanto no restan­te as ações ficaram mais equilibra­das. Quem teve a primeira oportu­nidade foram os mandantes. Aos seis minutos, depois de cruzamento da direita, Nonato ganhou no posi­cionamento de Valderrama e cabe­ceou com perigo, por cima do gol.

Aos nove, mais uma jogada sobre Valderrama. Uederson o driblou e chutou rente ao gol de Kléver. A pri­meira chegada do Dragão foi aos 11, com Júlio César. O atacante recebeu bom passe, passou do goleiro, mas o juiz assinalou o impedimento.

Depois disso, a partida ficou mais morna. O rubro-negro vol­ta a atacar com Cristhyan, aos 38, quando o atacante recebeu em dia­gonal e chutou com força, mas tor­to em relação à meta adversária.

O segundo tempo houve uma melhora na intensidade. Logo aos seis minutos, Tomas Bastos fina­lizou em falta, que passou muito perto da trave direita de Busatto. Na sequência, em escanteio, Bru­no Santos cabeceou bem ao se su­perar da zaga aparecidense e qua­se abriu o marcador para o Atlético.

Quando o relógio atingia os 9 mi­nutos da etapa final, Tomas Bastos bateu falta do lado esquerdo de ata­que e Élder Santana subiu mais que todos. A bola passou muito perto da trave esquerda adversária e o foi a melhor chance atleticana. Aos 12, foi a vez da Aparecidense. Gustavi­nho chutou cruzado e exigiu defesa de Kléver, que jogou para escanteio.

Já aos 16 minutos, o duelo per­maneceu intenso. Tomas Bastos soltou um pombo sem asa do meio da rua e Busatto fez exce­lente defesa, jogando para escan­teio. Aos 38, a jogada se repetiu, mas com outro jogador atleticano. O estreante Tito arriscou da inter­mediária e a pelota passou rente ao travessão de Busatto.

Aos 48, o Atlético conseguiu pênalti no último lance. Tomas Bastos chutou no canto esquer­do e Busatto fez a defesa.

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