34º Congresso Espírita do Estado de Goiás acontece hoje
Redação DM
Publicado em 10 de fevereiro de 2018 às 01:08 | Atualizado há 1 ano
Acontece hoje (10/02), no Centro de Convenções de Goiânia, a abertura oficial do 34º Congresso Espírita do Estado de Goiás. A cada ano o evento ganha mais importância como difusor do espiritismo para o estado de Goiás e todo país. Na última edição que aconteceu no carnaval de 2017, o 33º Congresso Espírita do Estado de Goiás contou com a presença de participantes de diversos estados do Brasil e levou conteúdo de grande importância a milhares de pessoas que estiveram presentes e com transmissão ao vivo para todo mundo através da internet.
Em entrevista à reportagem do Diário da Manhã os organizadores do evento: o presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás, Paulo César Ferreira dos Santos e a coordenadora do congresso, Cíntia Vieira Soares mencionaram que o público esperado para os dias que segue o congresso, 10 a 13 de fevereiro, é de quatro mil congressistas, além daqueles que acompanham a transmissão via internet.
Eles observam que no ano passado 79 mil internautas assistiramàs palestras e à programação musical transmitidas pelo facebook (federacaoespiritadoestadodegoias), pela FEBTV (febtv.com.br) e pela Rádio Fraternidade (radiofraternidade.com.br). O tema central deste ano do congresso fala sobre os “150 anos de A Gênese – Filosofia, ciência e Religião em busca de Deus”, última obra da lavra de Allan Kardec.
“Estamos comemorando os 150 anos do último livro que Allan Kardec escreveu que é A Gênese, 1868. O tema é filosofia, ciência e religião em busca de Deus em comemoração aos 150 anos da A Gênese. Esse é um livro extraordinário porque fala de todo o projeto da gênese: gênese material, espiritual, uranografia, além de ser um livro muito pouco estudado porque foi o último de Kardec”, expõe.
Paulo César descreve que a cada ano o evento ganha mais importância como difusor do espiritismo para o estado de Goiás e todo país. Ressalta que o tema “150 anos de A Gênese – Filosofia, ciência e Religião em busca de Deus” será desenvolvido em diversificada programação que atende separadamente bebês, crianças, jovens e adultos e ainda à família que conta com espaço e abordagens de temas específicos.
A coordenadora do congresso, Cíntia Vieira explica que parte da programação é aberta ao público ocasião em que a FEEGO realiza, junto com o congresso, a Feira do Livro Espírita e exposições que são abertas ao público. Ela destaca que as inscrições estão esgotadas, mas, quem não conseguiu se inscrever terá acesso liberado, na noite de domingo, ao Musical Semeador de Estrelas com abertura de Rossandro Klinjey. Na noite de segunda-feira, a palestra Vida Presente de Deus, com Divaldo Pereira Franco, também é aberta ao público.
“Minha expectativa com o congresso é que ele cumpra seu objetivo com as pessoas que participam presencialmente ou à distância, no sentido de promover reflexões sobre o autoconhecimento, aprimoramento moral e mudanças de atitudes. Nós percebemos que as pessoas que participam desse evento, ao longo dos 34 anos, se mostram de um forma mais tranquila, relatam a importância do evento na vida delas, fazendo com que a visão de mundo delas se torne mais espiritualizada”, avalia Cíntia.
Para o presidente da FEEGO, Paulo César, o objetivo do congresso é possibilitar aos participantes compreender as questões ontológicas da humanidade através do estudo da origem da vida e do ser, em contexto científico, filosófico e religioso, reconhecendo no estudo da gênese o fio condutor que é Deus e a saga do ser espiritual na conquista de si mesmo e no despertamento do respeito pela vida em suas múltiplas facetas rumo à espiritualidade de suas ações, pensamentos e sentimentos.
“Esse congresso muda vidas e é isso que é importante, porque todo conhecimento que ele traz, nos leva a refletir, analisar e mudar nosso comportamento. Então, quando falamos de de Deus busca-se trazer uma noção diferente de Deus do que estamos acostumados a ver, de um ser inteligente e não de uma personalidade. Quando abordamos relacionamento familiar a preocupação é da boa convivência e não fazer qualquer tipo de discriminação ou diferenciação. Então, toda essa estrutura do conhecimento nos leva a modificações”, pondera.
