Atacante busca primeiro gol após retorno ao Dragão
Redação DM
Publicado em 10 de agosto de 2018 às 02:47 | Atualizado há 8 anosEm toda a Série B, não há ataque melhor do que o do Atlético. Nas 19 partidas do primeiro turno, a equipe comandada pelo técnico Claudio Tencati anotou 30 gols – a única na casa das três dezenas na competição. Diante desses números, o Dragão tem o sistema ofensivo mais eficiente do campeonato e conta com o artilheiro da Série B, Júnior Brandão, com 9 gols marcados. Apesar disso, há um integrante do ataque rubro-negro que não balançou as redes.
Trata-se de André Luís, que está na segunda passagem pelo clube. Quando defendeu o Dragão em 2014, no quase acesso à Série A, André foi decisivo com gols. Naquela temporada foram oito gols em 32 partidas disputadas com a camisa rubro-negro. Na atual edição da Série B, o atacante de 32 anos ainda não marcou, mas tem função tática importante: o auxílio na defesa, tal qual Gilsinho, em 2016.
“Ainda comentei com alguns jogadores. Acho que ainda está faltando isso para mim agora, um gol para me dar mais moral e confiança. Sem dúvida alguma, o fato de não marcar acaba pesando um pouco pois sou atacante. Mas, de qualquer forma, estou feliz pois venho ajudando a equipe. Dou assistência e auxilio muito na marcação com todo o time. Estou feliz, mas espero fazer gol também para coroar o trabalho que vem sendo bem feito. E o objetivo também é ter sequência para conseguir marcar”, avaliou o atacante André Luís.
Nos confrontos diretos pela briga ao acesso da Série A, o Atlético tem se saído bem. Recentemente, fez uma sequência com as outras três equipes que figuram o G-4 da Série B – Fortaleza, CSA-AL e Avaí – e saiu invicto: ganhou do líder Fortaleza como visitante, empatou com o Avaí em Santa Catarina e com o CSA-AL em Goiânia. Diante deste bom retrospecto contra equipes que estão bem na Série B, há quem diga que confrontos como o de amanhã, contra o Criciúma às 16h30, no Estádio Heriberto Hülse, sejam mais complicados do que em relação às equipes do G-4. O Tigre catarinense é o 14º colocado da Segundona, está em franca ascensão e não perde a quatro jogos.
“A dificuldade é sempre maior ao enfrentarmos equipes da parte de baixo da tabela. Enfrentamos o líder Fortaleza e outras equipes de cima (da tabela), e posso dizer que não foi tão difícil quanto foram os jogos diante de Boa Esporte e Brasil de Pelotas, por exemplo. A nossa última derrota foi para o São Bento, uma equipe que não estava tão bem, e mesmo assim fomos surpreendidos. Então agora é mais um confronto difícil, fora de casa, mas temos que tentar ir em Criciúma e surpreender também”, decretou André Luís.