Esportes

Hora de reescrever a história

Redação DM

Publicado em 10 de agosto de 2018 às 02:43 | Atualizado há 8 anos

O Goiás viveu três momen­tos durante o primeiro tur­no do Campeonato Brasi­leiro Série B: início trágico, reação fantástica e oscilação. O resultado parcial até aqui na competição é o time chegando à metade da com­petição fora da faixa de acesso à Série A. Para a parte final do cam­peonato, o G-4 passa a ser obsessão dentro do clube, e essa busca se ini­cia hoje, às 19h15, diante do vice-lí­der CSA-AL no Estádio Olímpico.

“Temos que dar sequência ao que vínhamos fazendo nos últimos jogos. Quando eu cheguei aqui nós traçamos um objetivo de como a gente ia se recuperar, chegando ao final do primeiro turno próximo ao G-4. Agora é a hora de entrar nele. Estamos a três pontos do quarto co­locado, temos um confronto direto com o vice-líder. O grande proble­ma do Goiás no primeiro turno fo­ram os sete primeiros jogos, onde fizemos apenas dois pontos. Agora temos que fazer um início de segun­do turno mais consistente”, analisou o técnico Ney Franco.

O alviverde teve uma uma gran­de reação durante a Série B, em que chegou a vencer sete jogos em 10 ro­dadas, mas acabou fechando o tur­no com derrota para o Brasil, em Pelotas (RS). Na ocasião, o treina­dor esmeraldino lançou um esque­ma com três zagueiros. Para o due­lo de hoje o treinador não revelou se vai manter a estrutura tática ou se vai reeditar a formação anterior.

Se um dos três zagueiros–Victor Ramos, David Duarte e Edcarlos– deixarem a formação principal, Fe­lipe Garcia, Felipe Gedoz ou Mara­nhão podem aparecer no campo ofensivo. O único desfalque é do volante Gilberto Júnior, que cum­pre suspensão automática por ter sido expulso. João Afonso assu­me a vaga de primeiro homem de meio de campo. Os atacantes Mi­chael e Lucão chegaram a ter pro­blemas físicos durante a semana, mas se recuperaram e estão con­firmados para o jogo.

Independente da recente os­cilação, o nome de Ney Franco é quase unanimidade dentro do clu­be. O treinador chegou na quinta rodada, e tem números relevantes à frente do comando. Em 15 jogos foram oito vitórias, cinco derrotas e dois empates, totalizando um aproveitamento de 57,77%.

“Nós fizemos um trabalho de conscientização dos atletas. Não adianta se abraçar no vestiário se não tivermos uma boa semana de treinamento. Mudamos a forma de jogar, colocando o esquema com três atacantes e os jogadores se adaptaram rapidamente, acertan­do a equipe”, frisou o técnico.

CSA-AL

Com campanha surpreendente na Série B, o CSA-AL passou pratica­mente o campeonato inteiro dentro do G-4. O time alagoano vem de um empate sem gols diante do Avaí, em Florianópolis. A equipe comanda­da por Marcelo Cabo, campeão da Série B pelo Atlético-GO, em 2016, tem o desfalque do goleiro Frigeri, lesionado. Felipe Garcia, também ex-Dragão, assume a vaga

 

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