Política

Kátia Maria: “Vamos combater o desemprego em Goiás”

Redação DM

Publicado em 4 de agosto de 2018 às 01:21 | Atualizado há 8 anos

As mulheres, principalmente negras e pardas, são as principais vítimas do desemprego em Goiás. O dado foi apresentado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e causou indignação à candidata do PT ao govenro, a pro­fessora Kátia Maria. “Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), a maioria das pessoas que estão sem trabalho é mulher, tem entre 18 e 24 anos, de cor negra ou parda e não comple­tou o ensino médio. Isto aumenta a responsabilidade , sendo a única mulher candidata ao governo, de enfrentarmos este problema. Sen­do eleitas vamos lutar para reverter esta triste realidade”, afirma.

Kátia diz que 70 milhões estão sem emprego no Brasil, e em Goiás mais de 10% estão sem trabalho. “Nos governos do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff, taxa de desempregados no Brasil era de 4%, o que representa pleno emprego. Com golpe de 2016, o governo pas­sou às mãos do MDB, que com apoio do PSDB e do DEM levou o País ao caos da corrupção, do desemprego e da recessão, que está deixando mi­lhões sem trabalho com milhares de empresas fechando as portas”, critica.

Kátia salienta que uma das me­didas para enfrentar o desempre­go em Goiás é apostar no micro­crédito. “No nosso governo vamos repetir a receita que deu certo nos governos de Lula: vamos facilitar o crédito para micro e pequenos em­presários, para que possam melho­rar suas empresas, tendo fôlego para superar a crise e voltar a crescer. To­das as estatísticas mostram que 80% do emprego no Brasil é criado pelas micro e pequenas empresas. Os go­vernos do MDB e do PSDB acaba­ram com o crédito para os peque­nos e só os grandes têm acesso a dinheiro barato. É por isto que o País está parado e desempregado”, frisa.

Segundo Kátia Maria, Goiás ain­da conta com instrumentos para levar crédito para quem precisa. “Ao invés da Agência de Fomento liberar dinheiro para os tubarões, para os amigos do governador, de­veria financiar aquela mãe de famí­lia que quer comprar sua máqui­na de costura para poder trabalhar em casa e aumentar a renda da fa­mília, ou o serralheiro que precisa comprar uma máquina de solda ou um disco de corte para melhorar sua capacidade de trabalho. O Bra­sil e também a Índia mostraram ao mundo que é possível gerar em­prego a partir de financiamentos a partir de R$ 1 mil, R$ 5 mil ou R$ 50 mil. Mas a lógica de quem deu o golpe é liberar milhões para os ri­cos e fechar os cofres ao mais po­bres. Vamos lutar para sermos elei­tas e mudar esta história”, resume.

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