Volante quer deixar status de “12º jogador”
Redação DM
Publicado em 21 de julho de 2018 às 02:50 | Atualizado há 8 anos
O Vila Nova terá pelo menos dois desfalques para o seu próximo compromisso dentro do Brasileiro Série B. Na próxima terça-feira (24), o Tigre encara o Figueirense, em Santa Catarina, e não poderá contar com o zagueiro Wesley Matos (suspenso) e nem com o volante Geovane, que sofreu uma contusão na coxa.
O zagueiro Naylhor deve ser o substituto de Matos e Moacir vai herdar a vaga de Geovane. Por falar no volante Moacir, não tem sido uma novidade para o atleta colorado ser a principal opção do técnico Hemerson Maria, quando o assunto é fazer mudanças no meio de campo do time. O jogador vem recebendo status de 12º jogador do Vila, visto que esteve em campo em 12 dos 16 jogos do Tigre, sendo que em oito vezes saiu do banco de reservas.
“Eu não queria ser o 12º jogador não, preferia estar entre os 11. Mas já que vem acontecendo assim, de eu ser um suplente bastante utilizado, eu tento sempre corresponder da melhor maneira. Acredito que estou sendo escolhido muitas vezes porque venho fazendo um bom trabalho, seja começando como titular ou entrando no decorrer das partidas. Acredito que estou conquistando a confiança do professor”, comentou Moacir sobre o assunto.
Quando entra em campo, Moacir agrega também no sistema ofensivo, uma vez que entre as principais características do volante estão o arremate de longa distância e a infiltração como elemento surpresa no ataque. Em uma dessas infiltrações, Moacir construiu uma grande jogada no duelo contra o Brasil de Pelotas, na última terça-feira. O atleta apareceu livre na área e serviu o centroavante Ramon, que com o gol vazio, acabou perdendo o gol.
Apesar de ainda lamentar o fato da jogada não ter sido concluída em gol, o volante garante que o foco já está no próximo compromisso da Série B, duelo contra o Figueirense em que ele será titular. Segundo Moacir, é fundamental que o Tigre siga mantendo seu histórico de visitante indigesto na Série B
“Precisamos manter o nosso foco e o nosso desempenho. Estamos conseguindo manter a pegada fora de casa e explorar bem os contra-ataques. Acredito que temos um time experiente, que está sabendo sofrer, mas também jogar quando é preciso jogar. Isso tem sido o nosso grande diferencial nas partidas fora de casa”, explicou.