Esportes

Com bom retrospecto fora, Tigre vai a Belém

Redação DM

Publicado em 11 de julho de 2018 às 02:40 | Atualizado há 8 anos

Tido como um dos visitantes mais indigestos dessa Série B, o Vila Nova tenta mais uma vez sur­preender seus adversários longe de Goiânia. Na manhã de hoje, o elenco colorado embarca com destino a Belém (PA), onde ama­nha, às 20h30, joga contra o Pay­sandu. O duelo que será válido pela 15ª rodada da Série B ocor­re no estádio da Curuzu.

Quatro das seis vitórias que o Tigre já conquistou na compe­tição foram alcançadas na con­dição de visitante. Apesar disso, ninguém no Vila espera uma ta­refa fácil contra o Paysandu. Ain­da mais por o time paraense estar desesperado por uma reabilitação, já que vem de uma sequência de seis jogos sem vitória.

“Só por se tratar de um due­lo lá na Curuzu já sabemos que será bem complicado. É um estádio acanhado, nas di­mensões que lembram muito o OBA (Onésio Brasileiro Alvaren­ga). Sabemos que a torcida de­les vai tentar pressionar bastan­te. Mas a pressão é para os dois lados pelo fato de eles virem de resultados ruins nas últimas ro­dadas. Independente disso, se a gente quiser continuar entre os melhores temos que jogar de igual para igual com qualquer adversário. Seja dentro ou fora de casa”, comentou o lateral Ma­guinho sobre o assunto.

Hoje pela tarde, na capital do Pará, o técnico Hemerson Ma­ria vai comandar o último trei­no do Vila antes do confronto. O time terá pelo menos uma subs­tituição, já que o volante Wellin­gton Reis está suspenso pelo ter­ceiro cartão amarelo. Ele deve ser substituído por Moacir. Só que há ainda a possibilidade de o co­mandante fazer uma alteração no ataque, dando nova oportu­nidade ao centroavante Ramon.

Independente de quem vai a campo, o lateral Maguinho fez questão de reforçar que o impor­tante mesmo será o Vila pontuar em mais um desafio. Vale ressal­tar que Tigre já soma seis parti­das de invencibilidade na Série B.

“Temos que ter em mente que é importante sempre pontuar. Quando não der para ganhar, não podemos nos expor e per­der. São detalhes e temos de ter muito cuidado. Um ou dois em­pates podem fazer diferença lá na frente”, comentou o jogador.

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