Brasil

Palavra do Povo: Saindo da moda

Redação DM

Publicado em 20 de agosto de 2015 às 21:45 | Atualizado há 2 anos

Segundo dizem, é melhor ficar calado correndo o risco de parecer um idiota que abrir a boca e tirar a dúvida de todos. Nesse sentido, o patético líder do PT na Câmara dos Deputados, Sibá Machado (PT-AC), perdeu ótima oportunidade de manter a boca fechada ao desdenhar das colossais manifestações de repúdio à legenda em que se alberga e ao desgoverno que apoia. Pois eis que o parlamentar, em entrevista à rádio Bandeirantes FM, teve o desplante de dizer que as manifestações populares estão “fora de moda”. Engana-se redondamente o “grande líder” do PT (como alfinetava ACM). A rua nunca saiu de moda e os petralhas conhecem de sobejo sua força. Curioso que, quando o PT põe 1/2 dúzia de militontos pagos e alimentados com pão e mortadela na avenida está tudo muito bem. Já, quando quem faz a festa – de forma espontânea! – é o povo, aí está fora de moda…  Sinto muito, Sibá. Você provou mais uma vez que é apenas patético e não me admira nem um pouco que um tipo lamentável como você, dizendo as asneiras que profere,  seja “líder” (!) da bancada petista na Câmara. Quem saiu de moda não foram as manifestações;  foi o PT e V., que se crê tão ‘por dentro’, ainda não foi avisado.

(Silvio Natal, via e-mail)


“Sangue fervendo nas veias”

Jeovah Ferreira

Os dicionários da língua portuguesa definem ansiedade como grande mal-estar físico e psíquico; aflição, agonia, desejo veemente e impaciente. O momento político brasileiro pode estar provocando todos esses males em grande parte da nossa sociedade, que já está com o sangue fervendo nas veias em virtude da demora desse governo que tantos males causou ao Brasil, bater em retirada. Quando aparece algum petralha pedindo paciência ao povo e dizendo que em breve o Brasil voltará a crescer, dá nojo. Não podemos continuar nas mãos desses populistas irresponsáveis que macularam a história do Brasil. O maior avanço que tivemos de 2003 para cá, foi a corrupção. Essa ficará como a marca registrada dos populistas que passaram mais de vinte anos, antes de chegar ao poder, lançando em outros governantes a pecha da incompetência e da desonestidade. Por favor, reconheçam os seus pecados, peçam perdão e vão embora. Não dá mais.

(Jeovah Ferreira, via e-mail)


Saudade do tempo de oposição

Benone Augusto de Paiva

Os petistas, os mais mentirosos do Brasil e talvez do mundo, já estão no desgoverno brasileiro há mais de uma década e está conseguindo destruir tudo que encontraram ao receber o governo. Na oposição eles eram os maiorais do país, tinham uma habilidade incrível para jogar pedras nas vidraças do governo e conseguiram enganar uma boa parte do eleitorado até que, no governo eles ficaram com a responsabilidade de defender a vidraça de tantas pedradas jogada até pelo seus próprios companheiros descontentes com a falta de competência para se defender e livrar suas vidraças do bombardeio. Então, resolveram atacar a si mesmo: diretórios, instituto e até o gabinete do ministro da Justiça e continuar se fazendo de vítimas para tentar reconquistar a confiança perdida e o arrombamento econômico do país. Saudosos tempos, ai como é bom e comediante ser oposição!

(Benone A. de Paiva, via e-mail)


O resgate impossível

Eliana França Leme

Para alguns que ainda acreditam ser melhor Dilma permanecer até o final do mandato, tentando fazer os ajustes necessários para recuperar a Economia, é preciso reconhecer um mecanismo psicossocial da maior importância,qual seja: não há como restaurar a credibilidade de alguém que é percebida como tendo traído e mentido para o povo durante seu mandato, além de pertencer a um partido sendo continuamente desmascarado desde o mensalão, num julgamento conduzido pela figura emblemática de Joaquim Barbosa, o magistrado que resgatou no imaginário do povo brasileiro a sensação de que todos são iguais perante a lei e agora, no mesmo diapasão, o juiz Sérgio Moro, os valentes Procuradores do Ministério Público Federal, além dos delegados da PF vêm confirmando este novo paradigma da Justiça no Brasil. Tudo isso se soma para fazer com que a rejeição à presidente Dilma Rousseff seja irrecuperável, bem como sua credibilidade. Como tê-la tão desmoralizada no comando da nação? Nem Levy conseguirá fazer o milagre da multiplicação da confiança do povo nem apagar a revolta que 7 em cada 10 brasileiros sentem por ela. O melhor que Dilma faria por nosso país seria renunciar. Mas isto seria pedir demais a quem não tem espírito público nem apreço pela população brasileira que hoje paga caro por sua enorme irresponsabilidade e insensatez.

(Eliana França Leme, via e-mail)


Leia também

Siga o Diário da Manhã no Google Notícias e fique sempre por dentro

edição
do dia

Impresso do dia