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Operação policial mira clínica de Rayane Figliuzzi após denúncias. Veja vídeo

Aline Drumond - Estágio DM

Publicado em 12 de dezembro de 2025 às 14:17 | Atualizado há 6 meses

Rayane Figliuzzi, namorada do cantor Belo, teve clínica investigada por denúncias de clientes | Foto: Reprodução/Record e Decon
Rayane Figliuzzi, namorada do cantor Belo, teve clínica investigada por denúncias de clientes | Foto: Reprodução/Record e Decon

A empresária Rayane Figliuzzi, recentemente afastada do cargo de musa da escola de samba Vila Isabel e atual namorada do cantor e ator Belo, na última quinta-feira (11) foi alvo de uma operação conjunta da Polícia Civil do Rio de Janeiro e da Vigilância Sanitária. A ação aconteceu em um imóvel da Taquara, na Zona Sudoeste, que funcionava como clínica de estética e bronzeamento, após denúncias de clientes sobre supostas irregularidades no local.

Durante a operação, a polícia prendeu em flagrante uma esteticista, cuja identidade não foi divulgada. Segundo o delegado Wellington Pereira Vieira, titular da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), foram apreendidos produtos considerados impróprios para uso, além de duas câmaras de bronzeamento encontradas dentro do estabelecimento. A fiscalização foi motivada por relatos de clientes sobre procedimentos realizados no espaço, incluindo casos de reações alérgicas após o uso de equipamentos de bronzeamento.

Em nota, Rayane e sua defesa afirmaram que o local não funcionava mais como clínica há meses, sendo utilizado apenas como depósito e showroom de uma marca da empresária. A esteticista detida, segundo a nota, seria ex-funcionária do Espaço VIP Bronze e teria aberto um novo ponto de atendimento na Taquara, estando no imóvel apenas para retirar pertences pessoais.

Entre as queixas, uma mulher relatou ter desenvolvido coceiras depois de utilizar uma máquina de bronzeamento no local, precisando gastar mais de R$ 1 mil com medicamentos devido a uma reação alérgica.

Afastamento da escola de samba Unidos de Vila Isabel e polêmica envolvendo racismo

Rayane havia sido escolhida como uma das musas da Vila Isabel para 2026, mas foi afastada na última terça-feira (9). O afastamento aconteceu após uma polêmica envolvendo uma denúncia de racismo contra duas integrantes de sua equipe. Segundo informações gerais, uma secretária pessoal de Rayane teria chamado a assessora de imprensa da influenciadora Juliana Palmer de “macaca” durante um jantar em um restaurante de comida japonesa, episódio que resultou na saída de Juliana da equipe. Durante o incidente, um copo de bebida alcoólica foi jogado nas costas da vítima. O caso foi registrado como injúria racial e segue sob investigação da Polícia Civil de São Paulo, não envolvendo Rayane diretamente.

Em nota, a Vila Isabel afirmou que o afastamento se deu também pela impossibilidade de cumprimento das agendas e pelos acontecimentos recentes envolvendo a influenciadora. A escola reiterou seu compromisso com valores de respeito, inclusão e combate a toda forma de discriminação, destacando que atos preconceituosos não serão tolerados.

Processo por estelionato

Até 2021, Rayane Figliuzzi, também conhecida como Ray, era mais conhecida por sua atuação como atriz, modelo e blogueira, com mais de 88 mil seguidores. Ela foi denunciada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) por envolvimento em uma quadrilha especializada no chamado “golpe do motoboy”.

Segundo a investigação, ao conhecer Alexandre Navarro Junior, conhecido como Juninho, de 28 anos, Rayane passou a ajudá-lo, emprestando sua maquininha de cartão e usando suas contas bancárias como canais para movimentar dinheiro obtido ilegalmente, que depois era transferido para Juninho.

O inquérito policial, aberto pela 5ª Delegacia de Polícia da Capital em Florianópolis, serviu de base para a denúncia feita pelo Ministério Público em setembro deste ano. A Justiça catarinense aceitou a denúncia e determinou a prisão preventiva de toda a quadrilha, formada por 15 pessoas, incluindo Rayane e a irmã de Juninho, Yasmin Navarro. Rayane, no entanto, responde ao processo em liberdade.


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