Internacional

Voluntário de Anápolis morre aos 22 anos em combate na guerra da Ucrânia

Redação Online

Publicado em 14 de dezembro de 2025 às 17:48 | Atualizado há 7 meses

Kauan Victor da Silva, 22 anos, morador de Anápolis, morreu em combate no sul da Ucrânia: A morte foi comunicada por amigos, que prestaram homenagens nas redes sociais
Kauan Victor da Silva, 22 anos, morador de Anápolis, morreu em combate no sul da Ucrânia: A morte foi comunicada por amigos, que prestaram homenagens nas redes sociais

Kauan Victor da Silva, 22 anos, morador de Anápolis (GO), morreu em combate no sul da Ucrânia. A morte foi comunicada neste sábado (14/12) por amigos do jovem, que prestaram homenagens nas redes sociais. Ex-sushiman, ele havia deixado o Brasil em agosto de 2025 para integrar uma unidade de voluntários estrangeiros que apoia o Exército ucraniano na guerra contra a Rússia.

Segundo informações divulgadas por blogs internacionais, Kauan participou de um confronto inicial com forças russas. Após esse combate, voltou à região para tentar recuperar os corpos de colegas mortos e foi atingido durante a ação. A data exata da morte não foi confirmada oficialmente, mas a notícia gerou comoção entre familiares, amigos e ex-colegas de trabalho.

Antes de partir para o leste europeu, Kauan trabalhava em um restaurante de comida japonesa em Anápolis. O estabelecimento publicou uma nota de pesar destacando a dedicação do jovem e lamentando sua perda. “Nos solidarizamos com a família, amigos e todos que tiveram o privilégio de conviver com ele”, dizia a mensagem.

O Departamento de Assuntos Internacionais de Goiás informou que a família de Kauan ainda não fez contato oficial para pedir assistência no translado do corpo. Casos envolvendo voluntários em zonas de conflito geralmente contam com seguro específico para esse tipo de operação.

O Ministério das Relações Exteriores reforçou em outubro que não recomenda a presença de brasileiros na Ucrânia e desaconselha viagens ao país. A Embaixada do Brasil em Kiev alertou sobre os riscos da permanência em zonas de conflito, citando o agravamento da situação no front.

Foto: Redes sociais

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