Política

Operação da PC prende vereador Zander Fábio em igreja de Goiânia por suspeita de desvio de verba pública

Léo Carvalho

Publicado em 26 de maio de 2026 às 10:08 | Atualizado há 2 meses

Operação da Polícia Civil investiga suposto esquema de desvio de recursos públicos envolvendo agentes públicos e empresas de fachada em Goiânia | Foto: Marcos Antônio
Operação da Polícia Civil investiga suposto esquema de desvio de recursos públicos envolvendo agentes públicos e empresas de fachada em Goiânia | Foto: Marcos Antônio

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) deflagrou, na manhã desta terça-feira (26), uma operação que investiga um suposto esquema de desvio de recursos públicos na Prefeitura de Goiânia. Entre os presos está o vereador e ex-secretário municipal de Cultura, Zander Fábio (Podemos), detido em uma igreja da capital.

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Segundo as investigações, o grupo suspeito seria formado por agentes públicos e particulares que utilizariam contas bancárias e empresas de fachada para movimentar recursos desviados da administração municipal durante a gestão de 2024.

De acordo com informações divulgadas pela TV Anhanguera e confirmadas pelo Diário da Manhã, Zander Fábio teria acompanhado, pelo celular, a movimentação na própria residência por meio do sistema de câmeras de segurança. Ao perceber a chegada das equipes policiais, ele teria tentado deixar o local onde estava.

Além do vereador, outras duas pessoas foram presas durante a operação. Até a última atualização desta reportagem, os nomes dos demais investigados não haviam sido divulgados oficialmente pela Polícia Civil.

A ação desta terça-feira amplia a sequência de investigações envolvendo suspeitas de irregularidades em contratos e movimentações financeiras ligadas à administração municipal de Goiânia. Nos últimos meses, operações conduzidas pela Delegacia Estadual de Combate à Corrupção (Deccor) também apuraram suspeitas de fraudes em convênios, associações criminosas e desvios milionários em diferentes áreas da gestão pública da capital goiana.

Em nota, o ex-prefeito Rogério Cruz afirmou que não é alvo da investigação conduzida pela PCGO e declarou confiança no trabalho das autoridades para o esclarecimento completo dos fatos.


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