Flávio Bolsonaro critica pesquisa Quaest após Lula ampliar vantagem na corrida eleitoral
Aline Drumond - Estágio DM
Publicado em 15 de julho de 2026 às 15:35 | Atualizado há 1 hora
Senador contestou levantamento que aponta Lula na liderança da disputa presidencial de 2026 | Foto: Ricardo Stuckert/PR e Evaristo Sa/AFP
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu à pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (15), que aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto em todos os cenários avaliados para as eleições de 2026. Em uma publicação nas redes sociais, o parlamentar contestou o levantamento e ironizou os resultados apresentados pelo instituto.
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Além das críticas à pesquisa, Flávio comentou o anúncio feito pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, sobre a criação de um selo destinado aos institutos de pesquisa que apresentarem maior índice de acerto nos resultados eleitorais.
Na publicação, o senador afirmou que, caso a certificação já existisse, o instituto responsável pelo levantamento “teria vergonha” de divulgar os números. Em seguida, ironizou a situação do país ao citar temas como inflação dos alimentos, segurança pública e endividamento da população para questionar o desempenho do governo federal.
Pesquisa aponta vantagem de Lula na corrida presidencial
De acordo com o levantamento da Quaest, Lula aparece na primeira colocação das intenções de voto para o primeiro turno, com 40% da preferência do eleitorado. Flávio Bolsonaro ocupa a segunda posição, com 28%, o que representa uma diferença de 12 pontos percentuais entre os dois.
No cenário de segundo turno, a pesquisa também indica vantagem para o atual presidente. Segundo os dados, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto o senador aparece com 37%.
O levantamento também mostra uma mudança em relação às pesquisas anteriores. Em junho, Lula tinha 44% das intenções de voto, contra 38% de Flávio Bolsonaro. Já em maio, os dois estavam em situação de empate técnico, com o presidente marcando 42% e o senador, 41%.