HMMCC inicia programação do Agosto Dourado com roda de conversa sobre amamentação
Redação Online
Publicado em 5 de agosto de 2026 às 08:42 | Atualizado há 1 hora
Em alusão ao Agosto Dourado, mês dedicado à conscientização e ao incentivo ao aleitamento materno, o Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara (HMMCC) realizou uma roda de conversa com pais e mães de bebês internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais (UCIN) e UCIN Canguru.
A atividade foi conduzida pela equipe multiprofissional e abordou mitos e verdades sobre a amamentação.O encontro foi conduzido pela fonoaudióloga Ludmila Coelho, que promoveu um quiz interativo com as famílias e orientou sobre a importância do aleitamento materno, especialmente durante a internação neonatal.
Ao longo da atividade, foram esclarecidas dúvidas frequentes que ainda geram insegurança entre os pais.Entre os temas discutidos, a profissional explicou que a ideia de que existe “leite fraco” é um mito, já que o leite materno possui a composição adequada para atender às necessidades do bebê em cada fase do desenvolvimento. Também reforçou que é verdade que quanto mais o bebê mama, maior é a produção de leite, pois esse processo ocorre conforme o princípio da oferta e da demanda.

Outro ponto destacado foi que bebês em aleitamento materno exclusivo não precisam receber água nos primeiros seis meses de vida, uma vez que o leite materno já garante toda a hidratação necessária.Segundo a supervisora multiprofissional do HMMCC, Sarah Fernanda Gonçalves de Oliveira Quirino, esse foi o primeiro encontro da programação especial do Agosto Dourado com as famílias da UTI Neonatal.
“A unidade realiza rodas de conversa todas as terças-feiras, sempre conduzidas por uma categoria profissional diferente. Abrimos a programação do Agosto Dourado com a equipe de Fonoaudiologia, abordando pontos importantes sobre a amamentação e esclarecendo mitos e verdades que ainda geram muitas dúvidas entre os pais”, explicou.Sarah também ressaltou que o apoio da família faz diferença para o sucesso da amamentação.
“Embora a mãe seja a protagonista desse processo, por ser quem alimenta o bebê, o companheiro e toda a rede de apoio têm um papel essencial. O incentivo, o acolhimento e a redução do estresse contribuem para que essa experiência aconteça de forma mais tranquila, respeitando a realidade de cada família”, afirmou.