Caiado agiu desde início da pandemia ao lado da ciência
Redação DM
Publicado em 14 de dezembro de 2020 às 18:11 | Atualizado há 2 anos

Nesta sexta-feira, 11, após receber o ministro da Saúde Eduardo Pazuello, em Goiânia, ele foi informado de que o Governo Federal vai comprar todas as vacinas aprovadas no país para garantir, sob a égide do federalismo e da Constituição, o Plano Nacional de Imunização (PNI).
Ontem, Caiado se pronunciou em uma rede social para tranquilizar: “Toda e qualquer vacina registrada, produzida ou importada no País será requisitada, centralizada e distribuída aos Estados pelo Ministério da Saúde. Pazuello me informou isso aqui em Goiânia, hoje. Nenhum estado vai fazer politicagem e escolher quem vai viver ou morrer de Covid”.
“Toda e qualquer vacina registrada” inclui a “vacina de Doria”, imunizante que um grupo político paulista tenta vender como imunizante exclusivo de São Paulo e que inspira uma “guerra da vacina”, cujo foco é a eleição presidencial de 2022.
Caiado disse em bom tom que o “plano de imunização é nacional, e as vacinas certificadas serão distribuídas para a população com os critérios definidos pelo Ministério da Saúde”.
Após meses da pandemia, é cada vez mais certo que se o Brasil tivesse ouvido os clamores do governador [ médico por profissão e cientista, com formação em Paris, na França] a situação da saúde pública seria outra e com mais vidas salvas. Caiado foi o primeiro a propor a exigência do uso de máscaras e distribuição de álcool, além de regular as quarentenas e o isolamento social.
Em plena pandemia, o governador goiano enfrentou empresários afoitos, personalidades negacionistas e militantes políticos que desafiam a autoridade de gestor e médico.
E em todo o momento que foi desafiado, Caiado teve razão. Nesta semana mesmo, por exemplo, se ele, como um dos governadores do país, não tivesse reagido, o Brasil novamente estaria esperando pela “vacina de Doria” ou de São Paulo – estado que é fundamental para o Brasil, mas cuja pretensão está clara e estampada no brasão da sua capital: “Não sou conduzido, conduzo”.
Caiado e os demais governadores não se deixaram “conduzir” por João Doria (PSDB), governador de São Paulo que anunciou em tom populista que todo brasileiro em “solo paulista” receberia a vacina que é produzida pelo Instituto Butantã e a empresa chinesa Sinovac.
Emergência
Caiado despertou o Governo Federal para a emergência da vacina e o ministro da Saúde adotou postura ativa diante da busca pelo medicamento: “Há memorandos de entendimento com todas fabricantes que disponibilizarem vacina no país”.
Durante a inauguração do Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara (HMMCC), nesta sexta-feira (11/12), no Conjunto Vera Cruz, em Goiânia, Pazuello tranqüilizou: “A solução será a vacina registrada, segura e distribuída para toda população brasileira”,
“Nenhum Estado será tratado de forma diferente, nenhum brasileiro terá vantagem sobre outros”, reafirmou o ministro.
Histórico de embate
O governador Ronaldo Caiado já era conhecido nacionalmente antes da pandemia. Foi o único político goiano, por exemplo, a estampar sozinho a capa da revista “Veja” e ganhar os holofotes pelo tom combativo, como quando falou na cara de Anthony Garotinho, na tribuna do parlamento, que o lugar dele era a cadeia. Meses depois, o ex-governador do Rio estava justamente preso.
Nos últimos 20 anos, tornou-se a imagem da direita combativa da corrupção e intransigente na defesa de valores na política. Tornou-se um símbolo de um movimento que se espalhou pelo país.
Durante a pandemia, confrontou até mesmo apoiadores. Foi vaiado e empurrado, sob ensurdecedor apitaço, quando gritou no microfone que era médico e sabia da gravidade da doença: “…não sejam irresponsáveis se amanhã transformarem Goiânia em um ambiente de disseminação do vírus”.
O protesto de comerciantes entra para a história: Caiado estava certo. O médico apenas pediu para o grupo se dispersar e evitar o contágio do coronavírus. No encontro, Caiado disse que lutou a vida toda contra as esquerdas, que entendia a insatisfação dos manifestantes, mas que o momento era de reflexão sobre políticas sanitárias e Goiás estava sob ameaça.

Naqueles dias, Caiado tranqüilizou o país: “A solidariedade vence o medo”.
A frase dita pelo governador goiano estampou as manchetes dos jornais após a acolhida e preparou os ânimos para o que estava por acontecer.
Enquanto todos ignoravam a doença, o governador fez questão de assumir que os goianos tratariam bem os brasileiros, sem qualquer distinção, e que o país [como um todo] se preparasse para o pior: uma pandemia estava a caminho.
Este era o início do ano de Caiado, que começou com luta de acolhida e deve terminar da mesma forma em 18 dias, com uma batalha pela solidariedade – agora, com a pandemia espalhada em todos os estados, com quase 180 mil mortes e 7 milhões de contaminações.

Nesta sexta-feira, 11, após receber o ministro da Saúde Eduardo Pazuello, em Goiânia, ele foi informado de que o Governo Federal vai comprar todas as vacinas aprovadas no país para garantir, sob a égide do federalismo e da Constituição, o Plano Nacional de Imunização (PNI).
Ontem, Caiado se pronunciou em uma rede social para tranquilizar: “Toda e qualquer vacina registrada, produzida ou importada no País será requisitada, centralizada e distribuída aos Estados pelo Ministério da Saúde. Pazuello me informou isso aqui em Goiânia, hoje. Nenhum estado vai fazer politicagem e escolher quem vai viver ou morrer de Covid”.
“Toda e qualquer vacina registrada” inclui a “vacina de Doria”, imunizante que um grupo político paulista tenta vender como imunizante exclusivo de São Paulo e que inspira uma “guerra da vacina”, cujo foco é a eleição presidencial de 2022.
Caiado disse em bom tom que o “plano de imunização é nacional, e as vacinas certificadas serão distribuídas para a população com os critérios definidos pelo Ministério da Saúde”.
Após meses da pandemia, é cada vez mais certo que se o Brasil tivesse ouvido os clamores do governador [ médico por profissão e cientista, com formação em Paris, na França] a situação da saúde pública seria outra e com mais vidas salvas. Caiado foi o primeiro a propor a exigência do uso de máscaras e distribuição de álcool, além de regular as quarentenas e o isolamento social.
Em plena pandemia, o governador goiano enfrentou empresários afoitos, personalidades negacionistas e militantes políticos que desafiam a autoridade de gestor e médico.
E em todo o momento que foi desafiado, Caiado teve razão. Nesta semana mesmo, por exemplo, se ele, como um dos governadores do país, não tivesse reagido, o Brasil novamente estaria esperando pela “vacina de Doria” ou de São Paulo – estado que é fundamental para o Brasil, mas cuja pretensão está clara e estampada no brasão da sua capital: “Não sou conduzido, conduzo”.
Caiado e os demais governadores não se deixaram “conduzir” por João Doria (PSDB), governador de São Paulo que anunciou em tom populista que todo brasileiro em “solo paulista” receberia a vacina que é produzida pelo Instituto Butantã e a empresa chinesa Sinovac.
Emergência
Caiado despertou o Governo Federal para a emergência da vacina e o ministro da Saúde adotou postura ativa diante da busca pelo medicamento: “Há memorandos de entendimento com todas fabricantes que disponibilizarem vacina no país”.
Durante a inauguração do Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara (HMMCC), nesta sexta-feira (11/12), no Conjunto Vera Cruz, em Goiânia, Pazuello tranqüilizou: “A solução será a vacina registrada, segura e distribuída para toda população brasileira”,
“Nenhum Estado será tratado de forma diferente, nenhum brasileiro terá vantagem sobre outros”, reafirmou o ministro.
Histórico de embate
O governador Ronaldo Caiado já era conhecido nacionalmente antes da pandemia. Foi o único político goiano, por exemplo, a estampar sozinho a capa da revista “Veja” e ganhar os holofotes pelo tom combativo, como quando falou na cara de Anthony Garotinho, na tribuna do parlamento, que o lugar dele era a cadeia. Meses depois, o ex-governador do Rio estava justamente preso.
Nos últimos 20 anos, tornou-se a imagem da direita combativa da corrupção e intransigente na defesa de valores na política. Tornou-se um símbolo de um movimento que se espalhou pelo país.
Durante a pandemia, confrontou até mesmo apoiadores. Foi vaiado e empurrado, sob ensurdecedor apitaço, quando gritou no microfone que era médico e sabia da gravidade da doença: “…não sejam irresponsáveis se amanhã transformarem Goiânia em um ambiente de disseminação do vírus”.
O protesto de comerciantes entra para a história: Caiado estava certo. O médico apenas pediu para o grupo se dispersar e evitar o contágio do coronavírus. No encontro, Caiado disse que lutou a vida toda contra as esquerdas, que entendia a insatisfação dos manifestantes, mas que o momento era de reflexão sobre políticas sanitárias e Goiás estava sob ameaça.
No dia 7 de fevereiro deste ano o Brasil ainda não tinha um único caso de covid-19 quando o governador Ronaldo Caiado disse que era “monstruoso e desumano” que alguns poucos empresários goianos iniciassem uma campanha contra a chegada dos brasileiros repatriados em Wuhan, na China, o epicentro da pandemia que viria a varrer o país nos dias seguintes.
Goiás foi o único estado a receber os 34 brasileiros vindos da cidade onde teria iniciado a pandemia.

Naqueles dias, Caiado tranqüilizou o país: “A solidariedade vence o medo”.
A frase dita pelo governador goiano estampou as manchetes dos jornais após a acolhida e preparou os ânimos para o que estava por acontecer.
Enquanto todos ignoravam a doença, o governador fez questão de assumir que os goianos tratariam bem os brasileiros, sem qualquer distinção, e que o país [como um todo] se preparasse para o pior: uma pandemia estava a caminho.
Este era o início do ano de Caiado, que começou com luta de acolhida e deve terminar da mesma forma em 18 dias, com uma batalha pela solidariedade – agora, com a pandemia espalhada em todos os estados, com quase 180 mil mortes e 7 milhões de contaminações.

Nesta sexta-feira, 11, após receber o ministro da Saúde Eduardo Pazuello, em Goiânia, ele foi informado de que o Governo Federal vai comprar todas as vacinas aprovadas no país para garantir, sob a égide do federalismo e da Constituição, o Plano Nacional de Imunização (PNI).
Ontem, Caiado se pronunciou em uma rede social para tranquilizar: “Toda e qualquer vacina registrada, produzida ou importada no País será requisitada, centralizada e distribuída aos Estados pelo Ministério da Saúde. Pazuello me informou isso aqui em Goiânia, hoje. Nenhum estado vai fazer politicagem e escolher quem vai viver ou morrer de Covid”.
“Toda e qualquer vacina registrada” inclui a “vacina de Doria”, imunizante que um grupo político paulista tenta vender como imunizante exclusivo de São Paulo e que inspira uma “guerra da vacina”, cujo foco é a eleição presidencial de 2022.
Caiado disse em bom tom que o “plano de imunização é nacional, e as vacinas certificadas serão distribuídas para a população com os critérios definidos pelo Ministério da Saúde”.
Após meses da pandemia, é cada vez mais certo que se o Brasil tivesse ouvido os clamores do governador [ médico por profissão e cientista, com formação em Paris, na França] a situação da saúde pública seria outra e com mais vidas salvas. Caiado foi o primeiro a propor a exigência do uso de máscaras e distribuição de álcool, além de regular as quarentenas e o isolamento social.
Em plena pandemia, o governador goiano enfrentou empresários afoitos, personalidades negacionistas e militantes políticos que desafiam a autoridade de gestor e médico.
E em todo o momento que foi desafiado, Caiado teve razão. Nesta semana mesmo, por exemplo, se ele, como um dos governadores do país, não tivesse reagido, o Brasil novamente estaria esperando pela “vacina de Doria” ou de São Paulo – estado que é fundamental para o Brasil, mas cuja pretensão está clara e estampada no brasão da sua capital: “Não sou conduzido, conduzo”.
Caiado e os demais governadores não se deixaram “conduzir” por João Doria (PSDB), governador de São Paulo que anunciou em tom populista que todo brasileiro em “solo paulista” receberia a vacina que é produzida pelo Instituto Butantã e a empresa chinesa Sinovac.
Emergência
Caiado despertou o Governo Federal para a emergência da vacina e o ministro da Saúde adotou postura ativa diante da busca pelo medicamento: “Há memorandos de entendimento com todas fabricantes que disponibilizarem vacina no país”.
Durante a inauguração do Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara (HMMCC), nesta sexta-feira (11/12), no Conjunto Vera Cruz, em Goiânia, Pazuello tranqüilizou: “A solução será a vacina registrada, segura e distribuída para toda população brasileira”,
“Nenhum Estado será tratado de forma diferente, nenhum brasileiro terá vantagem sobre outros”, reafirmou o ministro.
Histórico de embate
O governador Ronaldo Caiado já era conhecido nacionalmente antes da pandemia. Foi o único político goiano, por exemplo, a estampar sozinho a capa da revista “Veja” e ganhar os holofotes pelo tom combativo, como quando falou na cara de Anthony Garotinho, na tribuna do parlamento, que o lugar dele era a cadeia. Meses depois, o ex-governador do Rio estava justamente preso.
Nos últimos 20 anos, tornou-se a imagem da direita combativa da corrupção e intransigente na defesa de valores na política. Tornou-se um símbolo de um movimento que se espalhou pelo país.
Durante a pandemia, confrontou até mesmo apoiadores. Foi vaiado e empurrado, sob ensurdecedor apitaço, quando gritou no microfone que era médico e sabia da gravidade da doença: “…não sejam irresponsáveis se amanhã transformarem Goiânia em um ambiente de disseminação do vírus”.
O protesto de comerciantes entra para a história: Caiado estava certo. O médico apenas pediu para o grupo se dispersar e evitar o contágio do coronavírus. No encontro, Caiado disse que lutou a vida toda contra as esquerdas, que entendia a insatisfação dos manifestantes, mas que o momento era de reflexão sobre políticas sanitárias e Goiás estava sob ameaça.