Cidades

João de Deus é liberado para fazer exames em hospital de Aparecida de Goiânia

O médium começou a reclamar de tonturas devido a quedas dentro da cadeia

diario da manha
Foto: Reprodução

O médium João de Deus foi liberado do presídio nesta sexta-feira (23/8) para fazer exames no Hospital São Silvestre, em Aparecida de Goiânia, região metropolitana de Goiânia. O médium começou a reclamar de tonturas devido a quedas dentro da cadeia e então foi concedido à ele uma liberação para realizar os procedimentos médicos, segundo a defesa.

“Depois disso (a queda) ele começou a sentir muitas tonturas, fraquezas, então o médico decidiu pedir uma tomografia para saber se foi algo vinculado à cabeça pela queda ou se pela própria deterioração do estado de saúde dele”, explica o advogado de João, Anderson Van Gualberto de Mendonça.

Por volta de 9:25h da manhã, João de Deus chegou ao hospital para realizar uma tomografia computadorizada. O procedimento durou apenas 20 minutos e logo em seguida, o preso saiu da unidade médica.

A defesa do médium ainda precisar encaminhar uma notificação para a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP) sobre as reclamações que João relata para que possa ter conhecimento formal e tomar as providências cabíveis.

A DGPA contou que está obedecendo a decisão judicial determinada pela Justiça em que o preso pudesse receber visitas médicas dentro do presídio.  O acompanhamento é feito com agendamento junto à instituição.

Há duas semanas, Justiça negou pedido de prisão domiciliar de João de Deus

A juíza Rosângela Rodrigues, da Comarca de Abadiânia, negou o pedido da defesa do João de Deus, para que ele fosse transferido para prisão domiciliar na quinta-feira (8/8).

A decisão da juíza se baseou no fato de não haver novas evidências de agravamento do quadro clínico de João de Deus na época, e nem falta de tratamento na penitenciária que justificasse a transferência dele para casa. Com isso, o médium seguiu preso no Complexo Prisional, em Aparecida de Goiânia.

O médium é acusado de abuso sexual em oito casos e dois por posse ilegal de armas de fogo e munição.

*Com informações do G1

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