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João de Deus é condenado por posse ilegal de arma de fogo

Em um depoimento à Justiça, em abril deste ano, a esposa de João de Deus relatou que só soube da existência de uma arma em sua gaveta de roupas íntimas no dia do depoimento

diario da manha
Foto: Reprodução

Na última quinta-feira (7/11), João Teixeira, mais conhecido como João de Deus, foi condenado a 4 anos de prisão em regime aberto por posse ilegal de armas de fogo em Abadiânia, no Entorno do Distrito Federal. Ana Keyla Teixeira, a mulher dele, também era ré mas foi absolvida.

João de Deus também é acusado de crimes sexuais durante atendimentos espirituais, porém, nega as acusações. Esta é a primeira condenação dele e, a decisão foi dada pela juíza Rosângela Rodrigues. O processo corre em segredo de justiça e, por isso, outras informações sobre a sentença não foram divulgadas.

O promotor de Justiça Luciano Miranda, coordenador da força-tarefa que apura as denúncias contra João de Deus, informa que o Ministério Público de Goiás (MPGO), propôs a denúncia. “Estudamos recorrer no tocante à pena e também pela absolvição da Ana Keyla”.

O advogado de João Teixeira, Anderson Van Gualberto, afirma que vai recorrer da decisão pois foi imposto o regime aberto para o cumprimento da pena e, mesmo assim, a juíza manteve a prisão, segundo ele, em um nítido contrassenso, ela aplicou regime mais brando e impôs a prisão em regime fechado ao cliente dele.

João de Deus responde a processos por outros crimes

O acusado está preso desde dezembro do ano passado no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, ele ainda responde a processos por crimes sexuais, falsidade ideológica e corrupção de testemunhas.

Apesar da juíza Rosângela Rodrigues determinar que João Teixeira cumpra a condenação em regime aberto, ele segue detido por causa dos outros mandados de prisão que ainda estão em vigor.

Em um depoimento à Justiça, em abril deste ano, a esposa de João de Deus relatou que só soube da existência de uma arma em sua gaveta de roupas íntimas, no dia de seu depoimento sobre o caso à Polícia Civil, dia 16 de dezembro.

Ana Keyla também afirmou que não tolera armas e não permitiria nenhuma em casa por causa da filha pequena. A mulher alegou que não morava mais na casa onde as armas foram encontradas e que lá era apenas “um ponto de apoio”. De acordo com ela, desde quando João ficou doente, o casal vivia em Anápolis, cidade vizinha a Abadiânia.

Com informações do G1

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