Ajuda prometida da Força Nacional na caçada a ‘serial killer do DF’ está incerta
Redação DM
Publicado em 22 de junho de 2021 às 16:26 | Atualizado há 5 anos
Por Gabriela Biló e Lauriberto Pompeu
Esperado desde a semana passada, o efetivo de 20 agentes da Força Nacional de Segurança Pública ainda não chegou a Cocalzinho de Goiás (GO), onde acontece o cerco a Lázaro Barbosa, chamado de “serial killer do DF”. O reforço foi prometido na última quinta-feira, 17, pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, ao secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda. A pasta diz não haver previsão de quando enviará os policiais.
“Houve oferecimento. No primeiro momento, coloquei que não haveria necessidade porque outros Estados podem precisar, como Amazonas”, disse Rodney Miranda em entrevista na sexta-feira passada, dia 18. “Ele (Anderson Torres) disse que tem tropa de 20 policiais de pronto emprego, mas essa tropa não veio. Creio que foi mobilizada para outro lugar”, completou o secretário de Goiás.
Uma força-tarefa com cerca de 200 policiais foi montada e tem usado o distrito de Girassol, área rural de Cocalzinho, como base. Foi lá que Lázaro foi visto pela última vez e onde a família dele mora. O cerco também conta com helicópteros e cães farejadores.
Na segunda semana de caçada ao homem acusado de matar uma família no Distrito Federal, a operação para capturar Lázaro tem perdido força. Os três helicópteros que foram destacados para ajudar nas buscas continuam na região, mas após dois dias sem levantar voo, fizeram apenas um rápido sobrevoo nesta segunda-feira, 21, e retornaram para a base.
A polícia e a Secretaria de Segurança Pública de Goiás têm afirmado que o grande volume de notícias falsas atrapalham. “Com aproximadamente 24 horas de funcionamento, o disque-denúncia recebeu cerca de mil denúncias, sendo elas predominantemente trotes, ou conversas sem relevância para operação”, informou a Secretaria por meio de nota.
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