Cotidiano

Mãe de corretora morta em Caldas Novas reage com revolta em frente ao prédio da filha

Léo Carvalho

Publicado em 28 de janeiro de 2026 às 10:35 | Atualizado há 6 meses

Mãe de corretora reage com revolta em Caldas Novas e polícia invade apartamento de síndico suspeito de homicídio | Foto: Reprodução
Mãe de corretora reage com revolta em Caldas Novas e polícia invade apartamento de síndico suspeito de homicídio | Foto: Reprodução

Um vídeo que circula pelas redes sociais mostra Nilse Alves Pontes, mãe da corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, encontrada morta em Caldas Novas (GO), destruindo plantas e objetos na entrada do prédio onde a filha morava. Nas imagens, é possível ver a mulher atirando tudo o que estava à sua frente, em uma demonstração de revolta e desespero.

Em outro registro, a polícia aparece invadindo o apartamento de Cléber Rosa de Oliveira, síndico do prédio, que está preso por suspeita de envolvimento na morte de Daiane. O vídeo mostra a entrada dos agentes no imóvel.

Entenda o caso

Daiane Alves Souza, corretora de imóveis de 43 anos, estava desaparecida desde 17 de dezembro de 2025, quando saiu de seu apartamento em Caldas Novas (GO) para verificar um problema de energia elétrica no subsolo do prédio onde morava. Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que ela deixou o imóvel e entrou no elevador em direção ao subsolo, mas não há registros dela retornando ao apartamento ou saindo do prédio.

Após mais de um mês de buscas, na madrugada desta quarta-feira (28), o corpo de Daiane foi encontrado em uma área de mata em Caldas Novas, em um local de difícil acesso. Nesse mesmo dia, foram presos o síndico do condomínio, Cléber Rosa de Oliveira, e o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, sob suspeita de envolvimento no homicídio. A polícia também ouviu um porteiro do prédio para esclarecimentos.

As investigações seguem em andamento com o objetivo de esclarecer as circunstâncias da morte, incluindo análise de imagens, depoimentos e perícias técnicas, enquanto equipes especializadas continuam reunindo provas para completar o inquérito policial.


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