Esportes

Ansiedade pela estreia

Redação DM

Publicado em 16 de agosto de 2018 às 02:18 | Atualizado há 8 anos

O volante e capitão do Atléti­co, Pedro Bambu, 31 anos, é o jogador do atual elenco rubro-negro com mais jogos pelo clube – 148 partidas no total. Mas, apesar disso, nunca atuou em jo­gos oficiais pelo Estádio Antônio Accioly. O experiente atleta atuou apenas uma vez pela praça esporti­va que será reinaugurada neste sá­bado (18), quando participou de um amistoso diante do Gama (DF) em 2016, vencido por 3 a 1 pelo Dragão.

Naquela ocasião, o local estava longe de ser a hoje arena no reduto atleticano, no bairro de Campinas. As arquibancadas e muros do Está­dio estavam, inclusive, com suas es­truturas condenadas. Agora, poucos mais de dois anos depois do primei­ro encontro, o capitão rubro-negro conhecerá, finalmente e oficialmen­te, o Castelão do Dragão – como vem sido chamado por torcedores – no sábado, às 16h30, diante do Coriti­ba pela 21ª rodada da Série B.

“O Estádio (Accioly) está total­mente diferente. Por toda a estrutu­ra que foi construída, estou muito impressionado. Quando fui em um amistoso em 2016, era um estádio simples, e hoje está muito moderno. A expectativa é muito grande, que a gente possa fazer essa estreia com vitória. Todo o grupo tem a expec­tativa pela reinauguração da nossa casa, que fica em Campinas. Con­tamos com o apoio do torcedor e esperamos dar alegria a ele”, frisou o capitão, Pedro Bambu.

ARBITRAGEM

Na última partida do Atlético, no empate por 1 a 1 contra o Criciúma, o árbitro Rodrigo Carvalhaes (RJ) foi amplamente criticado pela dire­toria rubro-negra, comissão técni­ca e maioria dos atletas do Dragão. O carioca tentou controlar o jogo com cinco cartões amarelos e ex­pulsou quatro atletas (dois de cada time) na reta final do confronto, após confusão generalizada. Mas há um jogador em especial que vê a situa­ção de outra forma: o volante e capi­tão Pedro Bambu pede a profissio­nalização para dedicação exclusiva dos árbitros de futebol na profissão.

“O juiz não tem culpa. Os árbi­tros não têm a profissão registrada. A pessoa sai da casa dele ou do traba­lho, pode ser da academia, um advo­gado ou alguém que possui uma loja e posteriormente sai para apitar um jogo. Não têm a mentalidade total­mente nos jogos. Temos que colocar a culpa na entidade que a gente tem, que é muito grande (CBF) e organi­zar melhor isso. Não podemos cul­par os juízes”, opinou Bambu.

Desde o início do século tra­mita no Congresso o projeto de lei 6405/2002, que pretende regular a profissão do árbitro no futebol, mas desde então pouco se mexeu no processo – que está arquivado momentaneamente.

 

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