Esportes

Com a cabeça em 2018

Redação DM

Publicado em 21 de novembro de 2017 às 01:54 | Atualizado há 9 anos

 

O Atlético foi rebaixado para a Série B no último domin­go (19), após empate com a Chapecoense por 1 a 1. Depois da confirmação do descenso, as lamentações começam a dar espa­ço ao planejamento do clube para a próxima temporada, quando o Dra­gão disputará Campeonato Goiano, Copa do Brasil e Brasileirão Série B.

Alguns jogadores, como o za­gueiro William Alves, já estão ga­rantidos no clube em 2018, e a di­retoria espera um período vitorioso após sanar dívidas, investir na es­trutura, mas não ter resultados sa­tisfatórios neste ano.

“O Atlético caiu, mas está mui­to maior, pois cresceu muito em 2017. Vai continuar crescendo. A nossa responsabilidade é fazer um ano diferente – vencedor, ao lado da torcida e unir as forças. Cinco jogadores – Kléver, Jonathan, Wil­liam Alves, Jorginho e Luiz Fernan­do – já estão garantidos, pois per­tencem ao clube. Agora estamos trabalhando para termos André Castro, Gilvan, Breno Lopes e ou­tros jogadores para manter a base”, revelou o diretor de futebol Adson Batista à Rádio CBN.

Na última semana, Adson afir­mou também que há o interes­se do Atlético em atletas do rival Vila Nova, como o zagueiro Wes­ley Matos, o volante Geovane e o meia Alan Mineiro, além do técni­co Hemerson Maria. Porém, o vi­ce-presidente atleticano revelou que não passará por cima do de­sejo do Vila em contar com esses profissionais para o ano que vem.

Em 2017, o Atlético somou fra­cassos dentro de campo. Não che­gou à final do Campeonato Goia­no, além de ter tido desempenho ruim no estadual. Na Série A do Campeonato Brasileiro, só não passou uma rodada na zona de rebaixamento e foi rebaixado com duas rodadas de antecedência, mesmo com a melhora significa­tiva do time no comando de João Paulo Sanches.

“O maior problema foi termos feito um time muito humilde nos  quatro primeiros meses. Time como o Atlético precisa começar a pegar as melhores opções em ja­neiro, para chegar forte na Série A. Fomos ajustar e equilibrar o elen­co ao longo do campeonato. Mes­mo assim, tivemos muitas chances, como em jogos pontuais que se ga­nhássemos, estaríamos brigando até hoje”, avaliou Adson Batista.

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